quarta-feira, 4 de março de 2020

Leituras e conversas, na biblioteca da Feliciano Oleiro

Primeiro, veio o 3ºB.
Histórias e versos fizeram a alegria dos meninos.


O Anton gosta mais de matemática. E não se quer esquecer do alfabeto russo. Aprendeu que pode ir ao Google tradutor; a professora Rosa vai ajudar!
Gostaram muito de A manta do José. E dos outros livros também!



Os quartos anos A e B vieram a seguir, cada qual de sua vez.
Os versos dos Bichos em perigo foram lidos pelos alunos. Como o livro pertence à biblioteca, ficou logo disponível para ser requisitado!
Os romances tradicionais também eram contados em verso. Lemos Donzela que vai à guerra e, vejam bem!, uma lenda do Ruanda, muito parecida e também diferente: A história de Ndabagá, nome de mulher heróica, nesse país.

Muita conversa se meteu pelo meio. Sobre guerras, fim de guerras e recomeço de outras guerras... E até da guerra contra doenças que nos inquietam.
(Quando conseguimos ser ouvidos, o que nos preocupa acaba por ser dito... Assim foi.
Houve esclarecimento, ainda bem!)

Até abril, se... tudo acontecer como previsto!

Sessão anterior: janeiro.


segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Novos amigos, no Pragal...

Celebrar a amizade. Celebrar o respeito pelas nossas diferenças, em dia de apresentações. Assim foram as sessões realizadas no dia de S. Valentim, no Pragal, com o 4ºA (da professora Lídia Fernandes) e o 4ºB (da professora Manuela Soares - uma ex-aluna minha!)

4ºA
José Fanha escreveu uma história divertida, da qual lemos os primeiros capítulos. (A continuação ficou para a próxima vez.)
Também nestas turmas há meninos que vieram de vários países: Brasil, Angola, Rússia, Hungria, China, etc, etc...
Seguiu-se uma história real e comovente: um momento de alegre convívio entre "inimigos", durante a I Guerra Mundial - um jogo de futebol amigável entre ingleses e alemães, num terreno situado a meio das suas trincheiras, num certo dia de Natal e de tréguas.

4ºB
Para o 4ºB, a grande surpresa foi não haver nem regras nem árbitro, num jogo de futebol!...
Foram duas sessões vividas com prazer e emoção.
A professora Eveline é sempre acolhedora e entusiasta.
Voltaremos.


Bibliografia:
José Fanha /Sandra Serra, O meu amigo Zeca Tum-Tum e os Outros, Gailivro
Manuela Fonseca et altri (organização), Lá longe, a Paz, A guerra em histórias e poemas, Edições Afrontamento



sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

De mãos dadas... na ARPILF do Laranjeiro










Foi o 2º encontro. Lembravam-se bem de nós e fomos recebidas calorosamente.
Começámos com quadras da autoria de Fernando Pessoa.
E a seguir ouvimos quadras populares, ditas de cor por uma utente de 92 anos! Aplausos!
Um romance tradicional: Donzela que vai à guerra.
Os presentes falaram de stress de guerra, e do que era ser mulher honrada, antigamente...
A II Guerra Mundial veio a propósito de uma história de Ilse Losa: Apesar de tudo.
Tinham visto, esta semana, reportagens sobre os 75 anos da libertação do campo de Auschwitz. Sabiam do Holocausto. E então falámos de Anne Frank, do seu Diário - que alguém conhecia por ter lido e visto o filme. E recontámos um dos contos que escreveu no campo de Bergen-Belsen: aquele em que uma pequena florista suporta, durante todo o dia, um trabalho duro, mas se sente feliz desde que tenha, à noite, um quarto de hora de descanso, no campo, entre flores. (Teria Anne Frank essa possibilidade? E nós, vamos ver as estrelas, à janela?)
Os dias são todos tão diferentes! Foi muito apreciado Um livro para todos os dias.
Há dias em que precisamos de um abraço sensibilizou os presentes. Um abraço foi pedido e dado, com prazer. E tivemos direito a um mini-conto. Obrigada!
Acabámos a cantar, de mãos dadas.
Obrigada a todos pela escuta e participação.
Obrigada, Neuza, pelas fotos.
O material usado foi este:
Dia 6 de março, voltaremos.



quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Ler a meias...: janeiro, na Feliciano Oleiro...

Três turmas nos esperavam. O 4ª B, o 3º A e o 3º B vieram, cada qual de sua vez, à biblioteca.
Todos começaram com um Abecedário de sensações e sentimentos. (Sentiam-se Alegres, Belos, Carinhosos... Inteligentes e Impacientes... Radicais... e muito mais!)
Todos acabaram lendo versos. E sairam muito satisfeitos.
Pelo meio..., houve diferenças. Quais?

O 4º ano andou às voltas com o tempo:
- Histórias:  A fábrica do tempo; A reunião dos números (em Estórias do arco-íris);
- Poesia: Trocar as voltas ao tempo e A cavalo no tempo.
Fomos comentando as leituras. E o Anton, num português já muito fluente, alertou para as mudanças climáticas que se fazem sentir pelo mundo, com frios e cheias onde não era habitual...

O 3º A falou de amizade e amor, doença e saúde...
- Histórias: Uma prenda muito especial e A rainha do Norte;
- Poesia: A cavalo no tempo.

O 3º B falou de amor, doença e saúde... , e também de experiências com a água, o ciclo da água, a chuva e a neve...
- Histórias (em prosa e em verso): A rainha do Norte; Histórias a rimar para ler e brincar;
- Informação e experiências: Água doce, fluir com o rio.

Na Feliciano Oleiro, pedem-nos a leitura de livros da biblioteca escolar. Assim temos feito. Não raras vezes, os alunos requisitam-nos a seguir. (O pior é quando gostaram mais dos que pertencem ao Ler a meias...)
Feliz Ano Novo!



Bibliografia:
Alexandre Parafita/Elsa Navarro, Histórias a rimar para ler e brincar, Texto Editores
Danuta Wojciechowska e Joaninha Duarte, Água doce, fluir com o rio, LUPA
Joana Estrela, A rainha do Norte, Planeta Tangerina
João Pedro Mésseder/Gémeo Luís, Trocar as voltas ao tempo, Eterogemeas
Luísa  Ducla Soares/Teresa Lima, A cavalo no tempo, Civilização
Madalena Moniz, Hoje sinto-me... de A a Z, Planeta Tangerina
Margarida Fonseca Santos/Manuela Bacelar, Uma prenda muito especial, Editorial Presença
Nuno Gomes dos Santos/Milan Vukotic, Estórias do arco-íris, Edições da Junta de Freguesia de Almada
Sílvia Alves/Pierre Pratt, A fábrica do tempo, Livros Horizonte


quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Era uma vez um poema...

O ano novo, brincadeiras infantis, histórias e História, Cavaleiros, guerra e paz: um pouco de tudo em cada sessão. Assim começou, em 2020, o Ler a meias...

O poema Árvores, de Roseana Murray (poetisa brasileira), causou emoção. Plantar palavras doces que espalhariam a paz no mundo!... (Acabei por prometer publicá-lo, para o relerem.)

Devo um pedido de desculpas à autora. Introduzi duas palavrinhas (in)discretas, crendo servir melhor a compreensão, no meu papel de mediadora.
Perdão, Roseana Murray!

Eis o poema (com as ditas palavras entre parênteses. E também com troca de dois sinais de pontuação. Foi tal e qual assim que o li, repetidamente, em voz alta.)


Árvores

          Se pudéssemos plantar PALAVRAS,
          como se planta uma árvore,
(cresceriam) tantos frutos invisíveis
          contidos em seu silêncio,
          tanta sombra ao meio-dia
          em seu futuro,
(Plantar) palavras simples e quentes:
          amor, pão, mel, encontro...
          As sementes seriam aladas,
          e o vento varreria o jardim.
          Então, pouco a pouco,
          atravessando montanhas,
          mares, cidades,
          a PAZ cobriria o mundo.

Murray, Roseana, Rios de alegria, Editora Moderna, 2012


Olá, Vila Nova de Caparica!


Um ano novo traz muitos dias para viver com responsabilidade e liberdade…, preparados em A fábrica do tempo (história de Sílvia Alves e Pierre Pratt).
Memórias de infância de Xico Braga, brincadeiras de crianças: O Largo do Paço. Nada mais do que uma representação do rei Artur e a Távola Redonda, com investidura de cavaleiros, damas a assistir… e tudo a acabar em recolher obrigatório. Um momento bem divertido!
Seguiu-se alguma informação sobre a Idade Média e os cavaleiros de armadura - com a ajuda de uma enciclopédia visual.
E acabámos com poesia: Árvores. Ou seja, PAZ.
Na turma da tarde, todos os meninos tiveram tempo para ler um pequeno excerto de livros da biblioteca, muito concentrados para serem ouvidos e todos percebermos bem.
Foi muito bom! Obrigada pelo entusiasmo e simpatia!
Ficou prometido o regresso. (Que alegria!)



Bibliografia:
John D. Clare, Cavaleiros de Armadura, Coleção Eu estive lá, Distri Cultural
Roseana Murray, Rios de alegria, Editora Moderna
Sílvia Alves/Pierre Pratt, A fábrica do tempo, Livros Horizonte
Xico Braga/José Plácido, 5 minutos de estória, Edição de Autor




terça-feira, 14 de janeiro de 2020

De novo, na Cardoso Pires...

 Cada ano traz novos dias para os aproveitarmos bem… Chegou 2020 e vamos fazer dele o melhor ano possível… E disso nos falou Sílvia Alves, em A fábrica do tempo.
Recuámos à sessão anterior... e lemos a prometida história de Xico Braga: O largo do paço.
Folheámos um livro de História, para percebermos melhor como era a cerimónia em que alguém era investido cavaleiro, quem eram estes, as armaduras que usavam, os seus ideais...
Depois da guerra..., a paz. Lemos um poema de Roseana Murray: Árvores.
Por fim, combinámos ler A Super Pipa (por duas vezes). Assim fizemos, ou seja, começámos a leitura desta divertida brincadeira de crianças. O resto? Vão ter de esperar até 12 de maio!…
Mais uma sessão, no 2º semestre? Viva! Foi uma alegria!
O Ler a meias... agradece muito a vossa escuta, participação e simpatia.

Sessão anterior:
https://manuela-quartocrescente.blogspot.com/2019/11/de-volta-eb1-cardoso-pires.html


Bibliografia:
Elizabeth Christina/ Luiz Gonçalves, A Super Pipa, Alis Editora
John D. Clare, Cavaleiros de Armadura, Coleção Eu estive lá, Distri Cultural
Roseana Murray, Rios de alegria, Editora Moderna
Sílvia Alves/Pierre Pratt, A fábrica do tempo, Livros Horizonte
Xico Braga/José Plácido, 5 minutos de estória, Edição de Autor



quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

Na ARPILF, de mãos dadas com histórias e memórias


Nesta associação, foi a nossa primeira vez.
Houve apresentações: o projeto, o nome de cada um, uma ou outra curiosidade... E assim se estabeleceu um clima de diálogo com à vontade para qualquer um intervir quando quisesse. E assim foi!
Estava um perfeito dia de outono, cinzento e húmido. As folhas amarelecidas de plátanos trouxeram restos de Sol até ao salão...
Poesia? Fernando Pessoa, o autor que criou heterónimos e de quem se continuam a encontrar poemas inéditos, dentro da sua arca!
Histórias? António Mota e as meias artesanais quentinhas que aqueceram os pezitos de alunos e professor, naquela sua escola perdida na serra…
Uma história real  foi a do Sr. Álvaro Justino Matias que, há 70 anos, conseguiu fazer os rebuçados do Dr. Bayard, em Lisboa. E ainda hoje há sempre alguém que traz algum no bolso!
Adivinhas? Duas! A primeira, adivinharam; a segunda..., foi por pouco!
Meias de agulha? Sim, há quem as saiba fazer! (E já ajudaram a aquecer muitos pés!)
Receitas? Também. Dantes faziam sempre. Agora, hum..., às vezes… ou nem por isso.
Por fim, armámos um presépio. Nada parecido - e em tudo semelhante - ao da avó Margarida de Manuel Alegre. A estrela: uma história comovente .
Cantámos ao Menino.
E despedimo-nos, entregando um postal de natal.

(Voltaremos? Sim, lá para... janeiro!)


Bibliografia:
António Mota, Prendas de natal, in Abada de histórias, Desabrochar Contos, nº 3, pp. 50-52, Desabrochar Editorial Lda
Clarinda Matos e João Monge (Coordenação) e Turma 6ºC, Receitas da minha avó “Em busca da memória perdida”, Escola Básica 2+3 da Alembrança, Feijó e CMA
Fernando Pessoa, Chove. É dia de Natal, in Obra Poética, I Volume, p. 227, Círculo de Leitores
Inês Fonseca Santos e Marta Monteiro, Um milhão de rebuçados, Pato Lógico
Manuel Alegre, A estrela, in Vésperas de natal, Contos, pp-89-99, Dom Quixote
Salomé de Almeida, Anedotas e Adivinhas, Coleção Céu Azul, nº 7

terça-feira, 17 de dezembro de 2019

De mãos dadas com histórias e memórias - V

Regressámos, esta tarde, ao Centro Comunitário do Laranjeiro/Feijó.
Seria uma sessão para avós e "netos", mas estes não puderam vir; talvez se juntem a nós na próxima vez...
O dia estava ameno e luminoso, um belo dia de finais de outono. As folhas de plátano eram mesmo restos de Sol ressequido… As leituras falaram desta quadra: frio, chuva, rebuçados peitorais, natal e outras coisas mais…  E houve histórias, adivinhas, receitas… poesia e memórias, pois claro!
Os rebuçados peitorais do Dr. Bayard afinal têm concorrência: ofereceram-me um do Dr. Bentes, muito parecido no sabor e até no papel de embrulho!


Não faltaram conversas e sorrisos nem despedidas com abraços e carinhos.
Feliz Natal!
Boas entradas!
Até janeiro!

Sessão anterior: AQUI.


Bibliografia:

Alexandre Honrado, Um belo dia de inverno, in Quem conta um conto, pp. 44-45, Raiz Editora
Alice Vieira (coordenação), Os três Reis, in Eu bem vi nascer o Sol, Antologia da poesia popular portuguesa, pp. 139-140, Círculo de leitores
António Mota, Prendas de natal, in Abada de histórias, Desabrochar Contos, nº 3, pp. 50-52, Desabrochar Editorial Lda

Clarinda Matos e João Monge (Coordenação) e Turma 6ºC, Receitas da minha avó “Em busca da memória perdida”, Escola Básica 2+3 da Alembrança, Feijó e Câmara Municipal de Almada
Fernando Pessoa, Chove. É dia de Natal, in Obra Poética, I Volume, p. 227, Círculo de Leitores
Inês Fonseca Santos e Marta Monteiro, Um milhão de rebuçados, Pato Lógico

Salomé de Almeida, Anedotas e Adivinhas, Coleção Céu Azul, nº 7
………………………………….
E ainda: Artesanato (peúgas de lã)
Rebuçados do Dr. Bayard e do Dr. Bentes
 
 

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Na Feliciano, poesia e... natal!

Não podíamos abandonar o outono, as folhas caídas, a noite, o sol, as nuvens, a chuva e o arco-íris…, ou seja, tornámos à poesia que tanto agradou em sessões anteriores. E que voltou a proporcionar um boa abordagem ao texto poético, com a ajuda dos nossos autores e apelando à criatividade dos meninos…
Como se aproxima o natal, esse foi o tema que se seguiu. E puderam votar:
- A noite de Natal de Sophia?
- Há sempre uma estrela no Natal, de Luísa Ducla Soares? E qual deles: o 1º conto ou o segundo?
Curiosamente, cada turma escolheu o seu!
No 3º ano (da professora Rosa), lemos O primeiro Natal em Portugal. E, no fim, o Anton (ucraniano, como a Irina da história) leu com desenvoltura o abecedário e uma frase em russo.
No 4º B, quiseram A noite de Natal. E a escuta revelou encantamento…
O 4º A optou por o Natal no hipermercado. Todos imaginaram que seria uma noite excelente, mas afinal…
Podem reler estas histórias ou ler também as outras porque  os livros existem na biblioteca escolar.
Saíram satisfeitos!
Foi um momento de prazer, para nós também!
Feliz Natal!
Até janeiro!

Bibliografia:
Na Rota das Palavras, Boletim Cultural, Fundação Calouste Gusbenkian, VII série, 3
Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder/Geraldo Valério, Breviário do Sol, Livros do dia e da noite, Caminho
João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas/Geraldo Valério, Breviário da água, Livros do dia e da noite, Caminho
Luísa Ducla Soares e Fátima Afonso, Há sempre uma estrela no Natal, Civilização Editora
Sophia de Mello Breyner Andresen e Júlio Resende, A noite de Natal, Figueirinhas


quinta-feira, 21 de novembro de 2019

Ler a meias... na Costa de Caparica


Terminou a volta às bibliotecas escolares do 1º ciclo do Agrupamento da Costa de Caparica, na “Centenária”: uma escola onde abundam sorrisos e acolhimento generoso. (Obrigada!)
Três sessões, cada qual de sua vez: o 4ºB, o 4ºA e o 4ºC.
A poesia inundou a biblioteca: tanto a dos autores (Francisco Duarte Mangas, João Pedro Mésseder, Sophia…) quanto as frases poéticas dos alunos.

Além da poesia, histórias e observação da planta de uma cidade.
Foi idêntica a planificação nas várias escolas e turmas; diferente é sempre a realização. (O tempo não rende da mesma forma; depende da participação dos alunos, conforme eles e nós nos detemos mais ou menos em algum dos livros ou conversas.)
Uma coisa garantimos: a turma da tarde fechou com chave de ouro!


Por agora, feliz natal!
Se tudo correr bem, até 9 de janeiro!
 
Sessões anteriores, no Agrupamento:   1) EB1 Cardoso Pires.
                                                                      2)EB1 Vila Nova.
 
Bibliografia:
Fernando Pinto do Amaral e Fernanda Fragateiro, A minha primeira Sophia, D. Quixote
Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder/Geraldo Valério, Breviário do Sol, Livros do dia e da noite, Caminho
João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas/Geraldo Valério, Breviário da água, Livros do dia e da noite, Caminho
Pablo Albo & Miguel Ángel Diez, O último canto, OQO editora
Sophia de Mello Breyner Andresen, A fada Oriana, Figueirinhas
Sophia de Mello Breyner Andresen, Cem poemas de Sophia, Visão e JL
E...
Conhecer a cidade, Educação pela arquitetura

 

terça-feira, 19 de novembro de 2019

Ler a meias... em Vila Nova de Caparica


Os meninos conheciam-me do ano anterior. Dispensaram-se apresentações.
O dia estava frio e chuvoso. A literatura proporcionou consolo.
Muita poesia e histórias se ouviram na biblioteca. As conversas andaram em torno das estações do ano, natureza, cidade, riqueza e pobreza, vida e morte, música e fantasia… - de tudo um pouco.
Festejou-se o centenário de Sophia.
O plano era idêntico para ambas as turmas de 4º ano (tal como fora antes para a EB1 Cardoso Pires, do mesmo Agrupamento). Contudo, como geralmente acontece, registaram-se diferenças. Na turma A os alunos detiveram-se na escrita de poesia, participando ativamente; no 4º B, lemos mais obras. (Verdade seja dita, também dispuseram de mais tempo.) E saíram ao som de O sole mio, pela voz de Pavarotti. Para estes alunos, O último canto foi a obra que mais agradou.


Todos saíram felizes.
Feliz Natal!
Para o ano, cá estaremos de novo!

Sessão anterior, em 2018/2019.


Bibliografia:
Fernando Pinto do Amaral e Fernanda Fragateiro, A minha primeira Sophia, D. Quixote
Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder/Geraldo Valério, Breviário do Sol, Livros do dia e da noite, Caminho
João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas/Geraldo Valério, Breviário da água, Livros do dia e da noite, Caminho
Olívia Robusto/Inês Carolina, Os contos do golfe, Vega
Pablo Albo & Miguel Ángel Diez, O último canto, OQO editora
Sophia de Mello Breyner Andresen, A fada Oriana, Figueirinhas
Sophia de Mello Breyner Andresen, Cem poemas de Sophia, Visão e JL
E...
Conhecer a cidade, Educação pela arquitetura



terça-feira, 12 de novembro de 2019

De mãos dadas com histórias e memórias - IV

Voltámos ao Centro Comunitário do Laranjeiro/Feijó, a uma salinha bem acolhedora, aonde muitos utentes se deslocaram, dispostos a ouvir e contar histórias.
O tempo voou!
O dia de S. Martinho deu início à conversa: a atividade de reunir avós e netos que ontem teve lugar, no Centro; um elogiado cartaz exposto na sala, da autoria de alguns dos presentes…; provérbios alusivos à data; as nossas tradições; a lenda de S. Martinho que recontámos com a participação de quem tem boa memória
A literatura oral correu mundo e foi-se aculturando às pessoas, aos costumes, à terra de quem as conservou na memória. Então não querem saber que A donzela que vai à guerra (entre França e Aragão, logo, um romance europeu) aparece também como uma lenda do Ruanda (África)?! Lemo-la: A história de Ndabagá.
José Fanha proporcionou um bom momento de troca de ideias: Antigamente. Antigamente é que era bom, íamos repetindo em coro. Mas seria mesmo? Para umas coisas, sim. Só que ninguém esquece as dificuldades vividas nesse tempo. E, afinal, haja otimismo, hoje em dia é que é bom!
Falámos de Lusofonia. Estava prometido um conto de Cabo Verde; escolhemos O valor da bênçãode que todos gostaram muito.
Foi uma sessão de muita escuta e participação, a que não faltaram nem manifestações de entusiasmo nem calorosas despedidas.
Eu e a minha colega Dina Dourado saímos felizes.
Prometemos voltar. Em princípio, no dia 17 de dezembro.

Sessão anterior, aqui.

Bibliografia:
Dolph Banza, A história de Ndabagá, Falas Afrikanas
Fernando Vale, Contos tradicionais dos países lusófonos, Instituto Piaget
José Fanha, Era uma vez eu, booksmile
Viale Moutinho, Lendas de Portugal, Diário de Notícias SA


quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Vamos falar de poesia?


Como descreverias folhas secas caídas no chão? Lê estas duas linhas (dois versos - um dístico), isto é, este poema. Folhas amarelas, secas, como restos de Sol…, que imagem bonita!

Outono
Sob os plátanos
Há restos de sol ressequido.

Pode ter mais versos… Por exemplo, este terceto, com o Sol feito gente, com medo do escuro... (Repara, continua sem rima…)

Noite
Quando o sol
tem medo do escuro
acende as estrelas.

E um poema com quatro versos, uma quadra? O Sol a chorar de tristeza? Então, chove!

Chuva
a melancolia
do sol
é redonda 
e líquida

Estes versos, no livro, foram escritos com forma de chuva, como se fossem mesmo gotas a cair! É um poema visual. (Podes escrevê-lo desse modo…)
 

Sophia de Mello Breyner Andresen escreveu belos poemas.
Aqui ficam dois, como prenda de aniversário…
Parabéns!

 Mar sonoro
Mar sonoro, mar sem fundo, mar sem fim,
A tua beleza aumenta quando estamos sós
E tão fundo intimamente a tua voz
Segue o mais secreto bailar do meu sonho,
Que momentos há em que eu suponho
Seres um milagre criado só para mim.


Inscrição
Quando eu morrer voltarei para buscar
Os instantes que não vivi junto do mar


 🔺  Foi assim a nossa abordagem ao tema da poesia, ontem, na EB1 Cardoso Pires, na Caparica.
 
Obrigada, poetas:
Francisco Duarte Mangas
João Pedro Mésseder
Sophia de Mello Breyner Andresen

 

terça-feira, 5 de novembro de 2019

De volta à EB1 Cardoso Pires

Foi hoje o recomeço, no 1º ciclo. O 4ºA e o 4ºB, à vez. Dia de apresentações.
Tema proposto pela professora bibliotecária, Cristina Cruz: "o que a professora quiser".
Muitas horas de leitura e indecisão (viva a liberdade!), e acabei por reunir meia dúzia de materiais que saltaram para o saco do Ler a meias

  O que fizemos nós?
A partir de curtos versos, abordámos a poesia, observando a originalidade e beleza das "imagens", a não necessidade de rima; vimos (e ouvimos) um poema visual…
Passámos à leitura de um livro de Pablo Albo, uma narrativa cheia de encanto e humor.
Festejámos o centenário de Sophia de Mello Breyner Andresen, com dois poemas e o seu conto A fada Oriana, em que a autora aponta desigualdades sociais, a vida no campo e na cidade…, o crescimento de alguém que erra, que se corrige e que é perdoado... (Era uma fada, mas podia ser qualquer um de nós…)
Através de uma planta, fomos Conhecer a cidade.  Uma boa cidade para se viver.
Faltaram 5 minutos de estória para ouvirmos Xico Braga evocar um episódio da sua infância (ficou prometido para a próxima).
4ºA

No 4º B, a propósito da conversa que se gerou, ainda lemos uma outra memória de Olívia Robusto: Os medos... na Mata dos Medos.

4ºB
Em ambas as turmas, os meninos (com alma de poeta) propuseram lindos versos, escutaram, participaram…
Gostámos (todos) muito!
Despedimo-nos calorosamente: «Até janeiro!»

Bibliografia:
Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder/Geraldo Valério, Breviário do Sol, Livros do dia e da noite, Caminho
João Pedro Mésseder e Francisco Duarte Mangas/Geraldo Valério, Breviário da água, Livros do dia e da noite, Caminho
Olívia Robusto/Inês Carolina, Os contos do golfe, Vega
Pablo Albo & Miguel Ángel Diez, O último canto, OQO editora
Sophia de Mello Breyner Andresen, A fada Oriana, Figueirinhas
Sophia de Mello Breyner Andresen, Cem poemas de Sophia, Visão e JL
E...
Conhecer a cidade, Educação pela arquitetura
 
 

terça-feira, 15 de outubro de 2019

De mãos dadas com histórias e memórias... III

No Centro Comunitário do Laranjeiro/Feijó, muitos deram as mãos para ouvir histórias e desfiar memórias…
Havia quem nos conhecesse, outros não: fez-se a apresentação.
Para começarmos a sessão, um poema: A vida é feita de nadas
Avó de coração foi a história seguinte, contada ao longo das várias cartas trocadas entre o Pedro e a D. Arminda…
Receitas de doces e marmeladas, saberiam? Oh, se sabiam! Há quem já não faça nada disso, mas a surpresa é que há quem faça… na Bimby!!!
Mais uma vez, a Bárbara sabia de cor parte do romance da Donzela que vai à guerra. Foi lido depois na totalidade. (E explicou-se a razão das variadas versões…)
Contaram-nos uma história de família, absolutamente real: 12 filhos, 10 deles homens, e todos foram para a tropa! Grande surpresa: os pais foram chamados. Iam receosos, mas era afinal para lhes agradecerem a dádiva à Pátria de uma dezena de soldados!
O António, de Niza, estava muito abatido, no princípio. Por fim, soltou diversos versos de improviso, com grande simpatia, para nossa alegria.
Gostaram. Pediram-nos que voltássemos.
Até novembro!

 
 


Bibliografia:
Aguilar Lozano, Compotas de frutas, geleias e marmeladas, Livraria Civilização
Antero de Quental, Tesouro poético da infância, Colares editora
Cristina Taquelim e Mafalda Milhões, Avó de coração, Livros Zig Zag
Miguel Torga, Bucólica, in Diário I (dito de memória)


 
História deste projeto:
Em 2017-2018, iniciou-se uma parceria entre a Rede de Bibliotecas Municipais de Almada (Cláudia Romeiro) e a Universidade Popular Almada (Manuela Caeiro). Um projeto a ser desenvolvido com seniores.

A Coordenadora do Centro Comunitário do Laranjeiro/Feijó, Marta Silva, aceitou o convite e, por duas vezes, reunimo-nos com os utentes do centro de dia, na biblioteca José Saramago, partilhando livros, património oral, histórias, anedotas, versos e sorrisos...

No ano anterior, novos desafios da Rede de Bibliotecas impediram a realização destas sessões. Mas o projeto foi agora retomado, a pretexto do mês do Idoso. Estava na reunião camarária a Drª Marta Silva que mais uma vez disse "SIM!"

Apresentado pela Academia Ramiro de Freitas, detentora da Universidade Popular Almada, o (mesmo) projeto será agora assegurado por Dina Dourado e Manuela Caeiro.

Hoje, no Centro Comunitário, uma ausência se fez sentir. Felicidades, Drª Marta!
(Se nos ler, saiba que a Bárbara lhe manda saudades. E nós também.)


Outubro, tempo de recomeçar...


Ao pintar este quadro, Chagall recriou uma história.
Cada um de nós a poderá recontar à sua maneira, certamente.
É tempo de recomeçar. É tempo de pegar no saco do Ler a meias..., repleto de narrativas, poesias, de muito mais, e voar, voar…
Outubro é o mês das bibliotecas escolares. O tema proposto é precisamente fantasiar. Imaginar.
É também o mês da pessoa idosa. Com estes propusemo-nos prosseguir de mãos dadas com histórias e memórias.
Vamos!
Bem-vindo, 2019-2020!

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Vamos ao Balanço?


21 de junho, solstício de verão; uma estação de dias quentes e longos. Eis que (por cá) chegam as férias!
Também para mim.
Foi mais um ano de voluntariado de mediação de leitura, sobretudo no Agrupamento Anselmo de Andrade (Almada), privilegiando o 1º ciclo; prossegui a colaboração com o Agrupamento da Caparica (1º ciclo); dei uma saltada à escola do Bairro Social do Alfeite (onde fiz apenas uma sessão com as quatro turmas de 1º ciclo)... Em creches e pré-primária, passei por duas escolas: uma na Caparica e outra em Lisboa; com adultos, continuei num centro de convívio de aposentados, até que o mesmo encerrou.
Nestas instituições, foram realizadas 39 sessões.
Tudo isto foi acontecendo ao mesmo tempo que pretendi desacelerar o ritmo... E mesmo assim, num grande frenesim, durante o 3º período.



















Decorridos 10 anos letivos de voluntariado, reconheço que passou a ser mais serena a preparação de cada sessão (sem nada facilitar...) e que me sinto mais segura na respetiva realização. Evoluí na forma de contar com livro. Redescubro a minha identidade ao procurar autores da Lusofonia, viajando pelo mundo fora, especialmente por África. E sinto um imenso prazer pelo que faço, pelo contributo que dou às colegas bibliotecárias e professores titulares, na promoção da leitura dos seus alunos, pelos afetos e satisfação que os nossos meninos demonstram.
Chegar à última sessão e, depois das despedidas e agradecimentos de todos,  um aluno de 4º ano deixar-se ficar para último e aproximar-se para dizer "Venho agradecer-lhe pessoalmente estes momentos que nos proporcionou." traduz bem o prazer e a emoção que ele(s) e eu sentimos.



Um dia, terei de pôr fim a esta atividade. Sei.
Talvez não seja já!

Balanço do ano anterior: AQUI!


segunda-feira, 17 de junho de 2019

Manhã entre bebés...

Na creche da APISAL, com a Educadora Sara e uma turma de pequenitos de 3 anos (e por aí)....
Para iniciar, todos disseram o seu nome.



E começámos. Vamos lá ver: o que há dentro do saco?
Primeiro, um pop-up com ninhos, ovinhos e passarinhos...de que todos gostam. Ah! Maravilhamento!


Depois, o pinguim que queria voar... E que tinha um bom amigo para o ajudar... Maravilhoso foi sentir os meninos a ouvir a história, de olhos fixos nas ilustrações, em profundo silêncio...
A seguir, a viagem de uma mamã, no seu carro, até casa, para abraçar o seu bebé... Vrrum, vrruuuummm... Que aventura!...
A Sara ensinou uma canção, cheia de beijinhos, no fim... (Bem a propósito!)
Para concluir, uma roda, ao mesmo tempo que se dizia e "representava" um poema: O vento.
Foi um momento mágico e cheio de ternura o encontro de hoje com aqueles pequenitos.

Muito interativo, como disse a Educadora Sara, à despedida.
Gostámos tanto! Obrigada!


Bibliografia:
Hervé Tullet, Aí vou eu, GATAfnho
Luísa Ducla Soares, A gata Tareca e outros poema levados da breca, Teorema
Oliver Jeffers, Sobe e desce, Orfeu mini
Philippe Ug, Drôle d' oiseau, Les Grandes Personnes


quinta-feira, 13 de junho de 2019

Despedidas, no Pragal...

Dia de Sto. António: 131º aniversário de Fernando Pessoa. Poesia e música. Assim começou a sessão, recorrendo à Internet, escutando e trauteando a meias...: Quando as crianças brincam.

Logo em seguida, voltámos às nossas leituras.
O 4º A aguardava um conto africano. De Angola - pediram. Escutaram então O Iran e a noiva. Um conto tradicional bem fantasioso!
O 4º B, esperava por uma lenda do Ceará (Brasil), escrita em jeito de lengalenga... E assim a lemos, a meias...
Houve mais, em ambas as turmas:
Um grão de café de Olinda Beja, escrito a partir de uma lenda chinesa, transposta para a ilha do Príncipe, deu a conhecer Paguê, menino trabalhador e honesto que foi recompensado - para contentamento das duas turmas.
Férias à vista, ideias para atividades? Palavras cruzadas, pois claro! Divertem, melhoram a ortografia, alargam vocabulário..., até permitem saber mais que os pais! Paulo Freixinho dá uma grande ajuda, em papel ou na Internet.
A última paragem rematou a sessão: uma história a convidar a ver a cidade, respeitar a vizinhança e ser solidário. (4ºB)
Acontece que o 4ºA conhecia esta história. Eles não se importavam de a ouvir novamente, mas substituímo-la por outra: Amigos do peito.

À despedida, evocaram-se livros que lemos e ficaram na memória. O Top+...
Formularam-se votos de êxito e de boas férias.
Muita ternura. Agradecimentos mútuos e sinceros.
Bem hajam!

Sessão anterior (maio): Aqui!


Webgrafia: 
Sítios de Paulo Freixinho:

Bibliografia:
Cláudio Thebas/Violeta Lópiz, Amigos do peito, bruaá editora
Eduardo Galeano/António Santos, História da ressurreição do papagaio, Kalandraka
Maria de Lourdes Tavares Soares e Maria Odete Tavares Tojal, Histórias de longe e de perto, Paulinas Editora
Matt de la Peña/Christian Robinson, A última paragem, Minotauro
Olinda Beja/Teresa Bondoso, Um grão de café, Edições Esgotadas
Sílvia Alves e Paulo Freixinho, Maria del Toro e Eunice Rosado, Sabe mais que os teus pais, Histórias ilustradas e palavras cruzadas, (Livros 1 e 2), Verbo


segunda-feira, 3 de junho de 2019

Despedidas, na Feliciano Oleiro...

Em vésperas do Dia Mundial do Ambiente, e já com férias à vista, pensámos no nosso atual modo de vida, a necessitar de mudanças, se quisermos evitar a destruição do planeta. Todos podemos e devemos ajudar!
Alguns meninos até sabiam das recentes manifestações de jovens do mundo inteiro, a exigir medidas dos governos para protegermos a Terra. Apoiado!

Preferem fazer viagens calmas, com piquenique e paragens pelo meio, ou ir diretos e chegar depressa ao destino? Seguir pela estrada nacional ou pela auto-estrada? E o que será melhor?

A ficção científica veio pela voz de Luísa Ducla Soares. No manual de Língua Portuguesa, existe um excerto de Século XXVII, cidade de Alcochete que souberam recontar. Agora, já conhecem o conto integral. (O Homem não aprende?!!!...)

4ºB
No 4º B, houve tempo para mais uma história, fantástica e verídica: a de Malala. A lixeira à porta de casa, as meninas sem poderem estudar..., seria mesmo verdade?
Também aqui, havia quem tivesse ouvido falar de Malala pela televisão. Verdade, verdadinha!

4ºA
Se escasseia o tempo, aproveitam-se os últimos minutos... Deixei-os com vontade de descobrirem o Sabe mais que os teus pais...: ler histórias, aprender palavras escanifobéticas e fazer palavras cruzadas. Um saltinho à Feira do Livro, à Babel... - foi feita a sugestão (ao 4º A).

Sabe mais k os teus pais
As despedidas foram alegres: satisfeitos pelas histórias do dia e gratos pelos nossos momentos de leitura e convívio, ao longo do ano. (Todos nós.)
No 4º B, garantiram-me que, graças ao Ler a meias..., ficaram a gostar mais de livros!
Querem maior satisfação?...

SESSÃO ANTERIOR. AQUI!

Bibliografia: 
Isabel Minhós Martins/Bernardo Carvalho, As duas estradas  N126 vs A1, Planeta Tangerina
Luísa Ducla Soares/Rui Aguiar, Três histórias do futuro, Edições Afrontamento
Malala Yousafzai/Kerascoet, O lápis mágico de Malala, Presença
Sílvia Alves e Paulo Freixinho, Maria del Toro e Eunice Rosado, Sabe mais que os teus pais, Histórias ilustradas e palavras cruzadas, (Livros 1 e 2), Verbo