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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Na APISAL... entre bebés…



Coisa rara, sentir-me rodeada por bebés que brincavam livremente na sua sala, mal o dia começara... Vê-los depois acorrer ao meu livro…, e permanecerem de olhinhos fixos (alguns um tanto ensonados), interagirem e participarem, fazendo jus ao título: Este livro está a chamar-te!

Uma vez reunida toda a turminha (dúzia e meia - bem contada - de pequenitos), no cantinho reservado para tal, ouviram duas histórias.
Primeiro, um jogo de faz-de-conta: Não é uma caixa. (A Giovana respondia sem hesitação: Não é, não!)

Em seguida, uma narrativa: Vamos fazer amigos.
Para a despedida, em jeito de apresentação dos presentes, uma cantilena com o nome de cada um, ritmada por palmas, orquestrada pela Educadora Sara Calisto, com o apoio da Rosa. (Como eu aprecio estes momentos!)
Ainda houve um menino que veio pedir “Mais!”. 
(Seria demais!)
Os bebés seguiram para o programado recreio. Era(m) Sol! 
Comigo, trouxe a manhã de pura ternura!


Nota: agradeço ao bom amigo Maurício Leite (sim..., da Mala de Leitura) e à querida Ana Pulido a oferta de dois livros essenciais nesta sessão: Não é uma caixa e Este livro está a chamar-te (Não ouves?).
Obrigada!


Bibliografia:
Adam Relf, Vamos fazer amigos, Âmbar
Antoinette Portis, Não é uma caixa, COSAC Naify
Isabel Minhós Martins / Madalena Matoso, Este livro está a chamar-te (Não ouves?), Planeta Tangerina 


segunda-feira, 3 de julho de 2017

Na APISAL, mais um ano chegou ao final...

Foi entre pequenitos que estivemos hoje a Ler a meias..., encerrando a agenda de 2016/17 com duas turmas da Pré-Primária: os colegas e amigos da Maria (da Associação para a Infância de Santo António de Lisboa).
Por isso, escolhi também lengalengas e lemos igualmente o livro Jump in.
Estas atividades em torno do património oral e da narração da viagem de Miss Lollipop permitiram-nos brincar com a língua, com os números e viajar pelo Mapa-Mundi, tu-cá, tu-lá com a Geografia. (Mapa que foi desenhado por um talentoso pai e que substituiu, com vantagem, o que leváramos.)
Pelo meio, os meninos puseram questões: a história é verdadeira? E então falámos do poder da imaginação que tudo recria a partir do que vemos, ouvimos, sabemos, sonhamos... Outra: porque é que no Tranglo-manglo havia 10 filhos (e acaba-se a geração) e em As onze damas atrevidas são onze meninas (e resta uma?... - a que conta o que sucedeu às outras)?... E surgiu ainda outra questão bem inesperada (e contagiosa): Posso ser seu fã? Assim, tal e qual! Ah, ah, ah!!! 
Por fim, os meninos da Educadora Sara Calisto também me surpreenderam com uma fiada de trava-línguas.
E deram-me uma prenda: um lindo postal autografado por todos.
Trago também a memória de muitas manifestações de carinho. E beijinhos para a Maria.
Não podia ser melhor este desfecho!


Bibliografia:
Alice Vieira, Eu bem vi nascer o Sol, antologia da poesia popular portuguesa, Círculo de Leitores
Ian Whybrown e David Melling, Jump in, Hodder children's books
Oli e Helle Thomassen, Onze damas atrevidas, Kalandraka

terça-feira, 16 de junho de 2015

Novas histórias da "Avó Manuela"...

Mais um encontro para Ler a meias..., na APISAL, escola de amigos de palmo e meio, curiosos, afetuosos e muito queridos.
Espreita aqui, espreita acolá... Quanta curiosidade para descobrirem as surpresas do dia!

  1. Um livro pop-up, com ninhos e pássaros...
  2. Destrava-línguas: «Num ninho de nafagafos/ Há sete nafagafinhos/ Quando a nafagafa sai/ Ficam os nafagaf(inh)os sozinhos.» (E mais...)
  3. A Educadora Sara Calisto não fez por menos: pegou numa antologia poética e, bem a propósito, leu-lhes Segredo, de Miguel Torga!
  4. Será... um rato? Parecia, sim, mas foi-se desdobrando o livro, de cada vez era um animal diferente e, afinal, era um... elefante!
  5. Para terminar, Os animais estavam zangados
Houve pano para mangas! Observar a capa, ler a história, representá-la (com ilustrações manipuláveis, como fantoches); cantigas de roda...
Muita animação!
Tudo fácil quando se tem ao lado alguém como a amiga Sara.
















Estou convidada para bater à porta sempre que passar pela Almirante Reis... e, pelo menos, para voltar no próximo ano!
Com todo o gosto!...
Por agora, boas FÉRIAS!!!...


Bibliografia:
Guido Van Genechten, Será... um rato? , GATAfunho
Luísa Ducla Soares/Maria João Salema, Destrava-línguas, Livros Horizonte
Philippe Ug, Drôle d' oiseau, Les Grandes Personnes
William Wondriska, Os animais estavam zangados, Orfeu Negro



quarta-feira, 20 de maio de 2015

Ler a meias... "histórias da avó Manuela"...


 O pretexto para ir, nesta data, à APISAL (Associação Pró-Infância Santo António de Lisboa) foi o aniversário da Educadora Sara... e, por coincidência, o do pai Miguel...
Todos gostam de histórias e os pequenitos logo se prepararam para ouvir...
Tiveram à escolha três livros; viram-nos... e votaram. Optaram (quase todos) por um título de fazer tremer...: Leonardo, o monstro terrível. Escutaram atentamente a narrativa, participaram ativamente e gostaram daquele final feliz: o Leonardo e o Samuel tornaram-se grandes amigos!
Seguiu-se outra leitura, bem animada: O arenque fumado.
Depois, a Educadora Sara trouxe também dois livros e leu o que os meninos preferiram.
A manhã continuou com expressão plástica.
Verdade, verdadinha: não faltaram monstrinhos e bons amigos nos desenhos dos artistas de palmo e meio.
Entretanto, alguns meninos continuavam no cantinho das histórias; fui lendo livros pedidos...
(Até que chegou o intervalo! E me despedi!)
Ofereci leituras, distribuí prazeres...
Recebi outro tanto; trouxe saudades...

Bibliografia:
Charles Cros/André da loba, O arenque fumado, bruaá
Mo Willems, Leonardo, o monstro terrível, Orfeu Negro
(Mais os livros do Jardim de Infância...)



sábado, 26 de julho de 2014

Com uma história..., na APISAL...

Fiz o balanço do trabalho voluntário deste ano antes do tempo...: afinal não tinha ainda acabado!
Surgiu recentemente o convite para "participar nas atividades da última semana" da APISAL (Associação Pró-Infância Santo António de Lisboa), convite este que veio até mim por meandros irrecusáveis..., tanto mais que na plateia estariam a netinha e os seus colegas de três anos... 
Assim, em grupos de 25, não são propriamente um público a que eu esteja muito habituada, mas "vamos a isso"! Com o apoio da Educadora Sara Calisto - que me deixou inteiramente à vontade e resolveu dúvidas - "já 'tá"!
Uma história simples, à superfície: Vamos fazer amigos... (e a raposinha bem se esforça!)
Uma multiplicidade de leituras possíveis...: ir "lá para fora" em liberdade, em dia de sol (com a anuência da mãe)...; criar bonecos...; trabalhar em equipa...; frutas e legumes...; animais; emoções...; fazer amigos "de todas as cores"...
História ora narrada ora lida, seguindo as ilustrações de grandes dimensões, figurativas e coloridas...
A meias com os meninos que interagiam, questionavam, respondiam... (às vezes sem eu os entender muito bem, confesso!)
- Onde estava a mãe?... - perguntou alguém. (Imaginámo-la sentada na sala, a ler uma revista...)
Nos alimentos, as preferências dividiram-se:
- Eu gosto de brócolos.
- Eu, de nabiças.
- Eu, de alface.
- Eu tenho uma barriga grande!... :-)
Foi um prazer ouvi-los, no fim, recontar a história...; vê-los a fazer atividades entre amigos...; participar numa roda, num jogo... Mais: virem-me pedir o livro para o manusearem...
A manhã acabou no recreio, a "brincar à apanhada"... Imaginam?!... Bem corri!
A despedida foi encorajadora, afetuosa..., nada fácil!
Com uma história..., "fiz amigos"!

Bibliografia: 
Adam Relf, Vamos fazer amigos, Âmbar


Balanço do ano de voluntariado (2013/2014), aqui. (Promoção do livro e da leitura, em bibliotecas escolares. Almada... e, desta vez, LISBOA!...)