Completámos hoje a volta às escolas de 1º ciclo do Agrupamento da Caparica, indo à EB1 José Cardoso Pires.
Uma simpática receção, como sempre!...
Sessões com o mesmo tema das anteriores, como é natural. Mas realizando "viagens" diferentes, como também é costume...
Andámos pelo mapa mundo, contando com livro, saltitando entre países da Lusofonia, observando artesanato, escutando histórias e poesia.
No 4º A, acompanhámos Djuku que emigrou, tentando construir uma vida melhor... Em seguida, conhecemos Tomasinho-Cara-Feia que foi para a pesca da baleia (uma atividade muito perigosa que hoje em dia já não se pratica).
Uma boneca - uma mãe a moer grão no seu pilão (almofariz) - atraiu a atenção.
No 4º B, também demos um saltinho a Cabo Verde para conhecer Tomasinho-Cara-Feia (aliás, Tomasinho-Cara-Linda; Tomasinho-Arrojado...) e ficou assente: "E com a baleia voltará".
Na Ilha do Príncipe descobrimos Paguê, um menino trabalhador e honesto.
Escolhemos entre dois livros de autores brasileiros. André Neves foi a aposta vencedora. Assim acompanhámos a professora Sofia. E até ouvimos um resumo de Amélia quer um cão, do mesmo autor/ilustrador.
Foi um prazer! Todos saímos satisfeitos.
Obrigada, senhores professores!
Obrigada, professora bibliotecária Cristina Cruz!
Obrigada, 4ºA e 4ºB, pela escuta, pela participação entusiasta e pelo lindo marcador!...
Bom Ano a todos!
Bibliografia:
Alain Corbel e Éric Lambé, A viagem de Djuku, Caminho
André Neves, A caligrafia de Dona Sofia, Paulinas (São Paulo)
Olinda Beja e Teresa Bondoso, Um grão de café, Edições Esgotadas
Sophia de Mello Breyner Andresen (Coord.), Primeiro livro de poesia, Caminho
Ler, citar, contar, escrever... Partilhar experiências de mediação de leitura e de vida...
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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018
quarta-feira, 6 de dezembro de 2017
A ler a meias... na EB1 Feliciano Oleiro
Foi dia de regresso... e apresentações.
Foi dia de saber de onde são originários os pais e avós destes alunos do quarto ano e assim determinarmos o fio das leituras que faríamos através do mundo, ligando comunidades e culturas...
Os meninos têm família espalhada pelo mundo inteiro, mas os ascendentes estrangeiros são sobretudo de Angola, Brasil, Moçambique, Espanha, China... e mais, muito mais.
Acostámos a Angola, e fomos à aldeia de Nga Maria e Sô Policarpo e seus filhos.
Demos à costa do Brasil e conhecemos a professora Dona Sofia e o carteiro, Seu Ananias...
Ouvimos falar do amigo espanhol (no 4ºA) e do amigo chinês (no 4ºB)...
Vimos bonecas africanas que serviram para ver capulanas, falar de costumes diferentes, comparar a vida da aldeia e da cidade, observar um pilão, abrir o apetite para outras comidas...
E agora um segredo (shiu!): a professora Manuela, do 4ºA, foi minha aluna de Língua Portuguesa!...
Foi um dia em cheio, cheiinho de viagens e poesia...
Bibliografia:
André Neves, A caligrafia de Dona Sofia, Paulinas (São Paulo)
Leonel Neves, Amigos em todo o mundo, Livros Horizonte
Maria Celestina Fernandes/Filipe Goulão, A árvore dos Gingongos, Editora Grecima
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Recomeçou o Ler a meias...
Começámos com uma lengalenga, para testar a memória... e rir a bom rir!
A parábola As três peneiras, recontada por António Botto (em O Livro das crianças) suscitou interesse e conversa. Uma grande lição para crianças e... adultos.
A sessão continuou animada, com Almada Negreiros e desenhos de criança...; com uma opinião médica sobre histórias ao adormecer...; com o relato de um reformado sobre esta nova etapa da sua vida (do livro Os sonhos não têm rugas), o qual gerou comoção.
Havia quem se lembrasse da Nau Catrineta (ainda se puxou pela memória e se arriscaram alguns versos do romance); mas divertido, mesmo, foi ouvir a Nau Mentireta...
Demos um saltinho ao Brasil. André Neves ofereceu-nos A caligrafia de Dona Sofia. Uma história que espalhou muita poesia..., valorizou a amizade... e deu um "exemplo" que talvez germine... Agradou a particularidade de Sofia não ser avó! E, também por isso, foi a história preferida da Zulmira!...
Há que preencher o tempo da aposentação com convívio, atividades, novos interesses, novas aprendizagens...
Entre nós, assim aconteceu hoje. Convivemos. Partilhámos tempo, leituras, ideias, poesia. Alegria.
Sessões anteriores de Ler a meias...:
1ª - 31/7/2015 , Contos dos avós
2ª - 19/11/2015 , Receita para avós felizes
3ª - 3/5/2016 , Contos para todos
Esta, a 4ª, Contos e Recontos.
Qual o melhor título para esta atividade?...
Bibliografia:
A casa do João, Editora Replicação
Almada Negreiros, A invenção do dia claro, Assírio & Alvim
André Neves, A caligrafia de Dona Sofia, Paulinas
António Botto, O livro das crianças, Editorial Presença
Luísa Ducla Soares, A nau mentireta, Civilização
Maria do Rosário Gama et al., Os sonhos não têm rugas, Oficina do livro
Mário Cordeiro, Uma história ao adormecer... ou para adormecer, jornal i , 18/10/2016
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
Aventuras com crocodilos...
Na EB1 dos Caranguejais, viajámos hoje pelas lendas, ao lado de meninos e crocodilos... E então contei:
No tempo em que os animais falavam, um velho crocodilo esfomeado aventurou-se pelo mato dentro, em busca de um cão ou de um porco que pudesse comer, mas nada! Andou, andou, andou, e foi ficando cheio de sede, cada vez mais fraco, quase à beira da morte, sem forças para regressar ao mar... A certa altura, apareceu um menino. Que bom!... Foi este menino corajoso que o salvou, ajudando-o a voltar. Ficaram bons amigos e davam, juntos, muitos passeios pelo mar...
Certo dia, o crocodilo, cheio de fome, teve uma grande tentação: e se comesse o rapaz?
E depois...
Os meninos do 3ºA escutavam, atentos e incrédulos.
- Como é que ele cresceu tanto e se transformou numa ilha?
- Mas foi verdade?!...
Lá descobrimos o que haveria de verdadeiro na lenda e entendemos a fantástica imaginação de quem inventa, de quem conta e de quem escuta...
- Se não for fantástica, a história não tem graça! - rematou um deles.
Lemos então O menino e o crocodilo, uma outra lenda (da Guiné-Bissau), semelhante e muito diferente.
E com a ajuda da Net, partimos para a descoberta da gastronomia à base de jacaré... E do artesanato...
A curiosidade crescia... Como nascem os jacarés? Jacaré e crocodilo é a mesma coisa?...
Há sempre quem esclareça isto ou aquilo que já viu na televisão...
Assim se desvendou alegremente um pouco mais deste nosso mundo, repleto de surpresas!...

Bibliografia:
Contos, lendas e fábulas daqui e dali, Texto Editora (na sua maioria extraídos de Histórias de longe e de perto, Paulinas)
Webgrafia:
http://kiakilir.blogspot.pt/2012/08/a-lenda-do-crocodilo-conto-e-lenda-de.html
https://www.youtube.com/watch?v=K-0RiaA7Wxc (teatro de sombras chinesas)
http://www.coocrijapan.com.br/index_br.asp
Imagens: Google
Mais, no blogue BiblioAlma.
No tempo em que os animais falavam, um velho crocodilo esfomeado aventurou-se pelo mato dentro, em busca de um cão ou de um porco que pudesse comer, mas nada! Andou, andou, andou, e foi ficando cheio de sede, cada vez mais fraco, quase à beira da morte, sem forças para regressar ao mar... A certa altura, apareceu um menino. Que bom!... Foi este menino corajoso que o salvou, ajudando-o a voltar. Ficaram bons amigos e davam, juntos, muitos passeios pelo mar...
Certo dia, o crocodilo, cheio de fome, teve uma grande tentação: e se comesse o rapaz?
E depois...
Os meninos do 3ºA escutavam, atentos e incrédulos.- Como é que ele cresceu tanto e se transformou numa ilha?
- Mas foi verdade?!...
Lá descobrimos o que haveria de verdadeiro na lenda e entendemos a fantástica imaginação de quem inventa, de quem conta e de quem escuta...
- Se não for fantástica, a história não tem graça! - rematou um deles.
Lemos então O menino e o crocodilo, uma outra lenda (da Guiné-Bissau), semelhante e muito diferente.
E com a ajuda da Net, partimos para a descoberta da gastronomia à base de jacaré... E do artesanato...
A curiosidade crescia... Como nascem os jacarés? Jacaré e crocodilo é a mesma coisa?...
Há sempre quem esclareça isto ou aquilo que já viu na televisão...
Assim se desvendou alegremente um pouco mais deste nosso mundo, repleto de surpresas!...

Bibliografia:
Contos, lendas e fábulas daqui e dali, Texto Editora (na sua maioria extraídos de Histórias de longe e de perto, Paulinas)
Webgrafia:
http://kiakilir.blogspot.pt/2012/08/a-lenda-do-crocodilo-conto-e-lenda-de.html
https://www.youtube.com/watch?v=K-0RiaA7Wxc (teatro de sombras chinesas)
http://www.coocrijapan.com.br/index_br.asp
Imagens: Google
Mais, no blogue BiblioAlma.
terça-feira, 25 de março de 2014
De volta à "Anselmo"...
Festeja-se a Quinzena da Leitura, na EB 2.3 Anselmo de Andrade.
Por isso voltei: para Ler a meias..., em seis encontros marcados, ao longo desta semana.
Século (e meio) de Literatura Infantil e Juvenil, no espaço da Lusofonia: eis o tema.
Para saltitarmos entre Europa, América do Sul, África e Oceania, os autores lidos foram João de Deus, José Fanha, Afonso Cruz, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sylvan, José Luandino Vieira, Manuel Rui, Ondjaki... uns ao 5º ano e outros ao 6º, conforme a reação e o tempo disponível.
Alternámos entre poesia e narrativa, em português - com e sem sotaque.
Não nos esquecemos dos ilustradores...
As primeiras sessões dirigiram-se ao 5ºA e 5ºE.
Uma das turmas participou mais ordenadamente do que a outra, mas constatei que todos se envolveram nesta atividade de leitura, intervindo, dando opiniões, sugerindo desfechos para a ação, confrontando-os com os acontecimentos das histórias..., com entusiasmo.
O 5ºA teve tempo para fazer a avaliação da sessão e deu-me razão: qualquer um dos autores (João de Deus, Drummond de Andrade, José Fanha, Luandino Vieira) mereceu a preferência de algum dos jovens presentes; e não houve nenhuma leitura que me aconselhassem a retirar, em sessões futuras!
Não poderia receber melhor incentivo, não acham?...
Chegou a vez do 5ºC.
Houve diferenças...
Afonso Cruz retirou a vez a José Fanha e esteve presente, com o álbum A contradição humana.
Foram outros os poemas de Carlos Drummond de Andrade que lemos: Suas mãos, Brincar na rua... (muito apreciados!)
De resto, tudo igual...
No final, os meninos demonstraram bem o seu agrado e, a seu pedido, acabaram cantando a canção da fábula... em kimbundo!!!
O incentivo para repetir mantém-se...

Mais uma vez, no 6º ano, se alternaram séculos, continentes, géneros literários..., momentos divertidos e emotivos.
Por isso voltei: para Ler a meias..., em seis encontros marcados, ao longo desta semana.
Século (e meio) de Literatura Infantil e Juvenil, no espaço da Lusofonia: eis o tema.
Para saltitarmos entre Europa, América do Sul, África e Oceania, os autores lidos foram João de Deus, José Fanha, Afonso Cruz, Carlos Drummond de Andrade, Fernando Sylvan, José Luandino Vieira, Manuel Rui, Ondjaki... uns ao 5º ano e outros ao 6º, conforme a reação e o tempo disponível.
Alternámos entre poesia e narrativa, em português - com e sem sotaque.
Não nos esquecemos dos ilustradores...
1º dia, 25 de março
As primeiras sessões dirigiram-se ao 5ºA e 5ºE.
Uma das turmas participou mais ordenadamente do que a outra, mas constatei que todos se envolveram nesta atividade de leitura, intervindo, dando opiniões, sugerindo desfechos para a ação, confrontando-os com os acontecimentos das histórias..., com entusiasmo.
O 5ºA teve tempo para fazer a avaliação da sessão e deu-me razão: qualquer um dos autores (João de Deus, Drummond de Andrade, José Fanha, Luandino Vieira) mereceu a preferência de algum dos jovens presentes; e não houve nenhuma leitura que me aconselhassem a retirar, em sessões futuras!
Não poderia receber melhor incentivo, não acham?...
Chegou a vez do 5ºC.
Houve diferenças...
Afonso Cruz retirou a vez a José Fanha e esteve presente, com o álbum A contradição humana.
Foram outros os poemas de Carlos Drummond de Andrade que lemos: Suas mãos, Brincar na rua... (muito apreciados!)
De resto, tudo igual...
No final, os meninos demonstraram bem o seu agrado e, a seu pedido, acabaram cantando a canção da fábula... em kimbundo!!!
O incentivo para repetir mantém-se...
3º dia, 27 de março
Foi a vez do 5ºB.
Com estes jovens (vá-se lá saber porquê!) o tempo esticou: lemos Afonso Cruz e José Fanha, mais a fábula de José Luandino Vieira. E (alternadamente) demos uma volta à Lusofonia, em poesia: João de Deus, Carlos Drummond de Andrade, Daniel Filipe, Francisco José Tenreiro, José Craveirinha...
Gostaram "de tudo", mas sobretudo das narrativas e do álbum... (José Fanha em especial, verdade seja dita...)
Mais uma vez, no 6º ano, se alternaram séculos, continentes, géneros literários..., momentos divertidos e emotivos.
Ambas as turmas, já minhas conhecidas, se divertiram com o enredo/leitura de excertos de Quem me dera ser onda e A bicicleta que tinha bigodes, dos autores angolanos Manuel Rui e Ondjaki, respetivamente.
Impressionaram-se com o poema do timorense Fernando Sylvan, Meninas e meninos; com Miséria, de João de Deus.
Riram com Afonso Cruz e Drummond de Andrade: Quadrilha, No meio do caminho...
Uma viagem saltitante, nesta animada partilha de leituras.
As despedidas foram de "velhos amigos" - que realmente somos!
Notas:
1) Trabalho idêntico ao já realizado em outras turmas de 2º ciclo de uma outra escola, na passada semana.
2) Já sabem: a biblioteca escolar tem vários destes títulos e irá adquirir alguns outros... Calma! Entretanto, não se esqueçam da Biblioteca Municipal ou mesmo das livrarias... Boas leituras!
1) Trabalho idêntico ao já realizado em outras turmas de 2º ciclo de uma outra escola, na passada semana.
sábado, 22 de março de 2014
Ler a meias… na “Conceição e Silva”…
A preparação constituiu tarefa ciclópica!... Rebusquei
estantes, li, reli, pesquisei… Esgotado o tempo de preparação, nada a fazer, compromisso é
compromisso, era chegada a hora de decidir quais as obras, o alinhamento… E, à
hora marcada, inseguranças à parte, tudo estava ok!
Ninguém diria que causou tanta hesitação. (Olhando para
trás, nem a mim me parece!...)
Tudo óbvio:
João de Deus, 1ª leitura (obrigatória):
Joaninha, Miséria…
Um saltinho ao Brasil, poesia de Carlos Drummond de Andrade: Revolta…
Alguns capítulos de O meu amigo Zeca
Tum-Tum e os outros...: bons momentos, a meias com José Fanha e com o 5ºC!…
Em vez disso, o álbum A contradição humana, deu que pensar ao 6ºF…
A feliz surpresa foi a boa aceitação que mereceu a fábula angolana…
(Na dúvida, dera ao 6º ano a hipótese de escolherem um
conto de Ondjaki - que foi preterido.)
A fábula de José Luandino
Vieira surpreendeu e agradou a miúdos e graúdos, apenas gerando reflexões e reações
diversas, oportunas.
Ou seja, provou-se que
etiquetar histórias por idades e anos letivos pode constituir um entrave e uma
grande perda!
Não podia faltar a sugestão de visita à Ilustrarte
2014. Vêm aí as férias!
Despedidas encorajadoras!...
Soube bem…, para mais sendo na “minha escola", onde sobeja o afeto de todos.
Um abraço!
(A experiência correu bem, logo... a receita foi repetida na semana seguinte, no 2º Ciclo, numa outra escola... Tudo igual e tudo diferente!...)
Vídeo da Semana da Leitura, no blogue da escola.
Vídeo da Semana da Leitura, no blogue da escola.
Bibliografia:
Afonso Cruz, A contradição humana, Caminho
Carlos Drummond de Andrade, A senha do mundo, Dinalivro
João de Deus, Campo de flores, Livraria Bertrand;
Versos de João de Deus,
Portugalmundo
José Fanha, O meu amigo Zeca Tum-Tum e os outros,
Gailivro
José Luandino Vieira,
Kaputu Kinjila e o sócio dele Kambaxi
Kiaxi (Uma fábula angolana), Letras & Coisassexta-feira, 21 de março de 2014
Com duas turmas de 4º ano, na Cova da Piedade 2...
Primeiro o 4ºA, da
professora Helena Salvado; em seguida o 4ºB, da professora Cláudia Guerreiro – assim
viajámos juntos, a Ler a meias…, na
Semana da Leitura.
Uma viagem através de um século
(e meio) de Literatura Infantil, em português…
Uma viagem através do
espaço da Lusofonia: Portugal, Angola, Brasil…
O percurso foi semelhante,
em ambas as turmas, mas o 4ºA teve ainda tempo para folhear um velho livro de
João de Deus, daqueles que dantes se abriam com serra-livros!
Deixei-lhes a sugestão de uma visita à Ilustrarte 2014 (até 13 de abril).
Fizemos verdadeiramente uma
viagem maravilhosa em que todos aprendemos e nos divertimos muito.
Agradeceram-me.
Fico grata, também.
Só uma coisinha mais: dantes
a escola destes meninos pertencia ao AVE Comandante Conceição e Silva; hoje,
pertence ao Mega-Agrupamento António Gedeão. Acolheu-me o Professor
Bibliotecário Domingos, com a mesma simpatia com que sempre me recebeu a PB Leonor
Fernandes… (Todos lhe mandam beijinhos… Ficam entregues!)
Bibliografia:
Cecília Meireles, Ou isto ou aquilo, Nova Fronteira
João de Deus, Campo de flores, Livraria BertrandJosé Luandino Vieira, Kaputu Kinjila e o sócio dele Kambaxi Kiaxi (Uma fábula angolana), Letras & Coisas
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Ler a Meias... negociatas feias...
Voltámos ao Pragal, com cágados e outros animais...
Kaputu Kinjila e o sócio dele Kambaxi Kiaxi (Uma fábula angolana), de José Luandino Vieira, proporcionou farta diversão... e gerou forte discussão!
O contrato da ave e do cágado não resultou: Kaputu Kinjila foi ambicioso e desonesto; a reação de Kambaxi Kiaxi foi dura! Uns meninos acharam-na justa; outros pensaram que não seria necessário chegar a tanto!... Falou-se de prisão e de pena de morte, vejam lá!... Isto tudo no 3º ano, onde se contou uma história que veio a propósito... e pronto, acabou o tempo!...
No 2º ano, a conversa foi mais breve, portanto leu-se mais:
- versos de Sidónio Muralha: Macacos (uma zanga por uma ninharia!...);
- O senhor Milhões, de Luísa Ducla Soares (não se esqueçam, falta agora imaginar um final para esta história!...)
Ainda observámos ilustrações de José Luandino Vieira, Júlio Pomar, e as de um velhinho livro infantil... Que diferença!
Eu gostei de ir à escola e de estar com os meninos...
Eles gostaram de me receber.
Despedimo-nos alegremente:
«Até para o mês que vem!...»
Bibliografia:
José Luandino Vieira, Kaputu Kinjila e o sócio dele Kambaxi Kiaxi (Uma fábula angolana), Letras & Coisas
Luísa Ducla Soares, O meio galo, ASA
Sidónio Muralha, Bichos, bichinhos e bicharocos, Coleção Pássaro Livre, Livros Horizonte
Kaputu Kinjila e o sócio dele Kambaxi Kiaxi (Uma fábula angolana), de José Luandino Vieira, proporcionou farta diversão... e gerou forte discussão!
O contrato da ave e do cágado não resultou: Kaputu Kinjila foi ambicioso e desonesto; a reação de Kambaxi Kiaxi foi dura! Uns meninos acharam-na justa; outros pensaram que não seria necessário chegar a tanto!... Falou-se de prisão e de pena de morte, vejam lá!... Isto tudo no 3º ano, onde se contou uma história que veio a propósito... e pronto, acabou o tempo!...
No 2º ano, a conversa foi mais breve, portanto leu-se mais:
- versos de Sidónio Muralha: Macacos (uma zanga por uma ninharia!...);
- O senhor Milhões, de Luísa Ducla Soares (não se esqueçam, falta agora imaginar um final para esta história!...)
Ainda observámos ilustrações de José Luandino Vieira, Júlio Pomar, e as de um velhinho livro infantil... Que diferença!
Eu gostei de ir à escola e de estar com os meninos...
Eles gostaram de me receber.
Despedimo-nos alegremente:
«Até para o mês que vem!...»
Bibliografia:
José Luandino Vieira, Kaputu Kinjila e o sócio dele Kambaxi Kiaxi (Uma fábula angolana), Letras & Coisas
Luísa Ducla Soares, O meio galo, ASA
Sidónio Muralha, Bichos, bichinhos e bicharocos, Coleção Pássaro Livre, Livros Horizonte
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Quando o futebol prodigaliza afetos...
Era dia de futebol.
Ao
chegar a casa, deparei-me com festa nas proximidades, em local inusitado...
Seguramente, mais de uma dúzia de pessoas sentadas à mesa, vozes alegres, crianças
brincando, bandeiras da Lusofonia desfraldadas – Cabo Verde, Brasil e Portugal –
lado a lado, unidas.
Comemoração à mesa. Sabores de aquém e além–mar. Chouriço
assado na brasa, salgadinhos, salada; arroz, farinha de mandioca, em receita
saborosa; pastéis de nata...
Por fim, arrumação e limpeza, com grande ligeireza e espírito de cooperação. O pátio rapidamente ficou “como novo”.
Era
dia de aniversário, domingo, por sinal dia de futebol.
Torcia-se
(sofria-se) por Portugal: quer sendo país
natal quer país de acolhimento… Sensibilizou-me! Avistei gente conhecida.
Aproximei-me. “Para um brasileiro «quantos mais, mais…»” (Fui bem acolhida.)
Reuniam-se ali várias famílias (parte delas,
multiculturais), seus vizinhos e amigos, gente que por cá reside e resiste.
Talvez fossem todos migrantes, até mesmo os portugueses! Como eu, inclusive.
Emoção. (Maior entre os que se sentaram na 1ª fila; menos
acentuada entre os conversadores da linha intermédia ou ainda entre o grupo das mães, lá atrás.)
Uma única voz discordante apoiava a equipa adversária,
com assumida simpatia pela Holanda – e certamente também com desejo de
espicaçar o nervosismo alheio, em jogo decisivo…
Cada golo (dos nossos)
prodigalizou brados de alegria, palmas. Beijos, abraços, famílias enlaçadas. A
vitória fez redobrar carinhos e manifestações de alegria, cada qual
sentindo-a muito sua.
Por fim, arrumação e limpeza, com grande ligeireza e espírito de cooperação. O pátio rapidamente ficou “como novo”.
Duplo pretexto para
festejar, animadamente.
Data duplamente memorável.
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