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quarta-feira, 21 de março de 2018

No Dia Mundial da Poesia, com os nossos poetas...

Fomos à escola Feliciano Oleiro.
O 4º A cedeu a vez ao 3º A da professora Rosa, que há muito aguardava uma oportunidade... Por isso começámos com apresentações. E logo de seguida José Fanha divertiu toda a gente com os seus jogos com números e letras, palavras, ideias e sons, sempre cheios de humor!...
Fernando Pessoa também escreveu poemas para gente miúda. Lemos alguns bem engraçados que fizeram rir a bom rir!...
Para finalizar, até Camões esteve presente, com uma alegre adaptação de Os Lusíadas.
Saíram felizes!  Que bom ter vindo à biblioteca!


O 4º A  já estava à espera. Dispúnhamos de uma hora e começámos sem demora.
Primeiro, Os Lusíadas.
Em seguida, poemas de Fernando Pessoa - para mais crescidos..., como O mostrengo (mas não só!)

Depois, a turma formou pequenos grupos, cada um escolheu seu livro de poesia, selecionaram versos que apresentaram à turma em voz alta, a professora registou-os... e imaginam o cadáver esquisito que dali resultou?... Palmas!...


Tudo feito! Todos satisfeitos! Mas então... e  Bartolomeu Marinheiro que estava mesmo ali à mão? Um resumo breve... e a leitura de uns versos, para encerrar a sessão, orgulhosamente:

«Que era dantes o mar? Um quarto escuro
onde os meninos tinham medo de ir...
E agora o mar é livre e é seguro
- e foi um Português que o foi abrir.

(...) Viva o navegador
que venceu
o Gigante Adamastor!»

Sessões anteriores:
 1ª - 
 2ª -



Bibliografia:
Afonso Lopes Vieira e Raul Lino, Bartolomeu Marinheiro, Livros Cotovia 
Alexandre Honrado e Maria João Lopes, "Os Lusíadas" para os mais pequenos, Âmbar
José Fanha e João Fanha, Cantigas e cantigos para formigas e formigos, Terramar
Manuela Júdice e Pedro Proença, O meu primeiro Fernando Pessoa, Dom Quixote 





sexta-feira, 9 de março de 2018

De novo, na escola José Cardoso Pires...

Como estava combinado, voltámos à biblioteca escolar deste estabelecimento de ensino, situado no Bairro de Santo António da Caparica, para um reencontro com as turmas de quarto ano, prontas para prosseguirem a nossa viagem pelo mundo lusófono...

4ºA


No 4ºA, depois de pensarmos nas graças e desgraças dos temporais (que o dia estava bem chuvoso e ventoso)demos um saltinho a São Tomé e Príncipe e os meninos gostaram muito da história de Paguê, o rapaz trabalhador e honesto que sucedeu ao seu rei sem descendência...
Seguidamente, conheceram Maria Trigueira, alentejana que sonhava ver o mar... e foi! O que aconteceu depois, tiveram de imaginar! E se uns se deixaram confundir pelas guardas negras do livro..., muitos outros lhe anunciaram um destino feliz...
Gostaram muito das duas histórias, mas mais ainda desta última!
Partiram felizes, dando lugar à turma seguinte.

4ºB
No 4º B, da primeira vez tínhamos falado do livro Amélia quer um cão e, por isso mesmo, começámos por ele. Rimos muito!
Depois, os alunos optaram entre A viagem de Djuku e Maria Trigueira. Elegeram a história da jovem africana que migrou da aldeia para a cidade, em busca de uma vida melhor. E nem por um minuto se arrependeram, pois essa viagem despertou muito interesse!
Por fim, mais dois livros à escolha; e eles optaram por O cavaleiro Coragem. Escolha acertada! Um livro-jogo cheio de enigmas e dilemas, muito divertido.

A despedida foi calorosa. Não ficou nenhum novo encontro marcado, desta vez, mas..., quem sabe?!...

Bibliografia:
Alain Corbel e Éric Lambé, A viagem de Djuku, Caminho
Delphine Chédru, O Cavaleiro Coragem, Orfeu Mini
Ivone Gonçalves, Maria Trigueira, Kalandraka
Olinda Beja, Um grão de café, Edições Esgotadas
Tim Bowley e André Neves, Amélia quer um cão, Kalandraka






quarta-feira, 7 de março de 2018

De novo em Vila Nova de Caparica

Estava combinado o reencontro na Semana da Leitura.
Desta vez, as duas turmas estiveram à mesma hora na biblioteca, por uma questão de organização e calendarização de atividades.
Os alunos lembravam-se das histórias lidas na sessão anterior: disseram títulos, sabiam os temas. Aplausos!
Ficara por ler A viagem de Djuku. Então fomos até África e acompanhámos esta jovem que não tinha trabalho na sua aldeia e caminhou corajosamente até à cidade...
A avó Maria, alentejana, também fez uma viagem da sua serra até ao mar, só que o seu futuro deixou-nos mais dúvidas..., mas imaginaram-se possibilidades muito agradáveis!
E, para acabar, fiquem sabendo que nós vimos um livro pop-up e ficámos com uma ideia de como se criou o universo: o famoso Big Bang.
Foi mais um simpático momento de histórias em viagem para guardar na memória...


Bibliografia:
Alain Corbel e Éric Lambé, A viagem de Djuku, Caminho
Ivone Gonçalves, Maria Trigueira, Kalandraka
Philippe Ug, Big Bang Pop, Les grandes personnes

Na EB1 nº2 da Caparica...

Voltámos a esta escola para Ler a meias... com os quartos anos, na Semana da Leitura, como ficara prometido desde novembro.
O 4ºA na biblioteca; o 4º B na sua sala de aula.
Andámos em viagem: demos um saltinho a São Tomé..., outro ao Alentejo..., um passeio pelos céus, a observar estrelas e constelações da nossa galáxia..., até fizemos algumas viagens no tempo...
Na primeira turma, leu-se mais um livro; na segunda, prolongou-se oralmente a história e cresceu o desejo de escrever, nomeadamente à escritora!..
(Se nos contarem, daremos notícias.)
Nas duas sessões, o mesmo entusiasmo e participação.  A mesma avaliação.








terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Em viagem... pela Feliciano Oleiro...



«Com três livrinhos apenas,
Poesia, narrativa e informação,
De palavras soltas e leituras
Se fez magia e reflexão.»

Esta quadra resume tudo. Foi mesmo assim! Ou seja:
- Poesia de Mésseder, encorajando a chuva…
- Uma viagem de autocarro de um neto e de sua avó, solidária e alegre, até aos subúrbios da sua cidade…
- Um outro passeio ao ar livre, para conhecer as borboletas e observar bem o arco-íris.
Duas sessões que passaram num instante. Muito interesse e participação, tanto no 4º A como no 4º B.
Gostámos todos. 
Até à próxima!

Bibliografia:
João Pedro Mésseder e Ana Biscaia, Poemas do conta-gotas, Xerefé
Maria Ana Peixe Dias, Inês Teixeira do Rosário e Bernardo Carvalho, Lá fora, Planeta Tangerina
Matt de la Peña e Christian Robinson, A última paragem, Minotauro/Almedina



sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Com escritores da Lusofonia..., no bairro de Santo António...

Completámos hoje a volta às escolas de 1º ciclo do Agrupamento da Caparica, indo à EB1 José Cardoso Pires.
Uma simpática receção, como sempre!...
Sessões com o mesmo tema das anteriores, como é natural. Mas realizando "viagens" diferentes, como também é costume...
Andámos pelo mapa mundo, contando com livro, saltitando entre países da Lusofonia, observando artesanato, escutando histórias e poesia.

No 4º A, acompanhámos Djuku que emigrou, tentando construir uma vida melhor... Em seguida, conhecemos Tomasinho-Cara-Feia que foi para a pesca da baleia (uma atividade muito perigosa que hoje em dia já não se pratica).
Uma boneca - uma mãe a moer grão no seu pilão (almofariz) - atraiu a atenção.

No 4º B, também demos um saltinho a Cabo Verde para conhecer Tomasinho-Cara-Feia (aliás, Tomasinho-Cara-Linda; Tomasinho-Arrojado...) e ficou assente: "E com a baleia voltará".
Na Ilha do Príncipe descobrimos Paguê, um menino trabalhador e honesto.
Escolhemos entre dois livros de autores brasileiros. André Neves foi a aposta vencedora. Assim  acompanhámos a professora Sofia. E até ouvimos um resumo de Amélia quer um cão, do mesmo autor/ilustrador.


Foi um prazer! Todos saímos satisfeitos.
Obrigada, senhores professores!
Obrigada, professora bibliotecária Cristina Cruz!
Obrigada, 4ºA e 4ºB, pela escuta, pela participação entusiasta e pelo lindo marcador!...
Bom Ano a todos!


Bibliografia:
Alain Corbel e Éric Lambé, A viagem de Djuku, Caminho
André Neves, A caligrafia de Dona Sofia, Paulinas (São Paulo)
Olinda Beja e Teresa Bondoso, Um grão de café, Edições Esgotadas
Sophia de Mello Breyner Andresen (Coord.), Primeiro livro de poesia, Caminho


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Com escritores da Lusofonia, em Vila Nova de Caparica...

Regressámos à Caparica. Desta vez, a Vila Nova.
A 1ª sessão, com o 4ºA, foi feita de mão dada com Mia Couto (moçambicano), José Eduardo Agualusa (angolano), Jorge Amado (brasileiro) e Daniel Filipe (cabo-verdiano).
O planisfério ajudou-nos a visualizar o percurso desta longa “viagem”, durante a qual apreciámos artesanato, distinguimos a vida nas aldeias e nas cidades (diferentes, lá como cá), saboreámos pratos (mas só em fotografias, que pena!).
No “regresso”, surpresa! O 4º A tinha uma história de sua autoria para nos apresentar, ler e oferecer! Lemos (mesmo) a meias…! Que recordação fantástica!


O 4ºB veio em seguida à biblioteca, com o mesmo propósito: conhecer autores da Lusofonia, “ligando comunidades e culturas”.
Cada turma pode optar entre alguns livros. Por isso, a 2ª viagem seguiu um rumo diverso, pela mão de outros grandes escritores: José Luandino Vieira (angolano), Olinda Beja (são-tomense), Fátima Bettencourt (cabo-verdiana) e, de novo, Jorge Amado (autor escolhido por ambas as turmas).
O falhado milésimo golo de Pelé, o melhor jogador de futebol do século XX, foi a leitura comum a ambas as turmas; e, como afirmou um aluno, “as meninas não queriam uma história de futebol e afinal gostaram”. Verdade! (Também é verdade que, no 4ºB, conseguimos, em conjunto, imprimir mais emoção a este desafio Vasco da Gama-Santos. Estivemos verdadeiramente em campo! Em direto!)
Elas interessaram-se também por um colar de animais ferozes da savana… domesticados (e pendurados ao peito).

Duas sessões diferentes e em tudo idênticas, participadas com visível prazer.
Obrigada!
Bom Ano, meninas e meninos!


Bibliografia:
4ºA e professora Sandra, Um novo amigo, EB1/JI de Vila Nova de Caparica
Fátima Bettencourt e Felipe Alçada, A cruz do Rufino, Centro Cultural Português Praia-Mindelo
Jorge Amado e Aldemir Martins, A bola e o goleiro, Contexto & Imagem
José Eduardo Agualusa e Henrique Cayatte, Estranhões & Bizarrocos, D. Quixote
José Luandino Vieira, Kaputu Kinjila e o sócio dele Kambaxi Kiaxi, Letras &Coisas
Mia Couto e Danuta Wojciechowska, O beijo da palavrinha, Caminho
Olinda Beja e Teresa Bondoso, Um grão de café, Edições Esgotadas
Sophia de Mello Breyner Andresen (Coord.), Primeiro livro de poesia, Caminho





quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A ler a meias... na EB1 Feliciano Oleiro



Foi dia de regresso... e apresentações.
Foi dia de saber de onde são originários os pais e avós destes alunos do quarto ano e assim determinarmos o fio das leituras que faríamos através do mundo, ligando comunidades e culturas...
Os meninos têm família espalhada pelo mundo inteiro, mas os ascendentes estrangeiros são sobretudo de Angola, Brasil, Moçambique, Espanha, China... e mais, muito mais.

Então (em ambas as turmas) começámos por uma lengalenga e fomos pelo mar fora: Era uma vez/ um barquinho pequenino/ que andava/ sempre sempre/ a navegar. Passaram-se uma, duas, três........
Acostámos a Angola, e fomos à aldeia de Nga Maria e Sô Policarpo e seus filhos.
Demos à costa do Brasil e conhecemos a professora Dona Sofia e o carteiro, Seu Ananias...
Ouvimos falar do amigo espanhol (no 4ºA) e do amigo chinês (no 4ºB)...
Vimos bonecas africanas que serviram para ver capulanas, falar de costumes diferentes, comparar a vida da aldeia e da cidade, observar um pilão, abrir o apetite para outras comidas...

Um aluno do 4º B relacionou os colares da boneca sul-africana com os das mulheres tailandesas e leu-nos a justificação desse uso! (Um excelente momento do Ler a meias...)

E agora um segredo (shiu!): a professora Manuela, do 4ºA, foi minha aluna de Língua Portuguesa!...
Foi um dia em cheio, cheiinho de viagens e poesia...


Bibliografia:
André Neves, A caligrafia de Dona Sofia, Paulinas (São Paulo)
Leonel Neves, Amigos em todo o mundo, Livros Horizonte
Maria Celestina Fernandes/Filipe Goulão, A árvore dos Gingongos, Editora Grecima





sábado, 20 de maio de 2017

Com o ano no fim, em Vila Fresca foi assim... I

Antes que o ano acabasse..., regressámos a Vila Fresca de Azeitão.
Para começar, lemos a meias com o 4º ano, da professora Sandra Almeida.
Em seguida, com o 3º, da professora Leonor Fernandes.
Era Dia Internacional dos Museus e, em ambas as turmas, abordou-se este tópico: a Arte e as emoções que nos pode provocar. A viagem fantástica que um museu pode proporcionar, se soubermos VER para além de OLHAR...

Depois, numa e noutra turma, variaram os livros, os temas, os poemas e as histórias..., mas (a pedido) fechámos a sessão do 3º ano tal como a anterior (do 4º): O espelho do quarto, o relógio de cuco e o xaile de seda
Esta última história (não lida, mas recontada) foi a preferida de todos.
Ao 3º ano "soube a tanto que soube a pouco" e queriam mais, mais...: mais tempo e mais histórias...

O 4º ano tem (que boa ideia!) um "Livro dos elogios". Nele ficou registado um simpático comentário à «contadora de histórias», a quem pediram um autógrafo...

Uma manhã em cheio!


Bibliografia:
Bru Junça, ?, Conto por ponto
Esther de Lemos, A borboleta sem asas e outras histórias, Verbo
Matilde Rosa Araújo, Mistérios, Livros Horizonte
Oliver Jeffers, Este alce é meu, Orfeu Negro
Rodolfo Castro, Um homem de mar, GATAfunho
Susan Verde e Peter H. Reynolds. O museu, Editorial Presença


quinta-feira, 16 de março de 2017

E que tal, no Pragal?...

Pois, no Pragal, o 4º B passou uma hora divertida.
Primeiro, uma lengalenga desconhecida que ficou bem sabida.
Depois, passámos brevemente pela história do livro...
Veio então aquele conto, "Sábios como camelos"...
Alguns poemas de "O tigre na rua"...
E para terminar a sessão,os meninos escolheram entre uma história de António Torrado, Sombras chinesas, e outra com capa colorida (uma princesa "a cavalo" de um dragão, em plena ação)... e zás, por unanimidade, optaram por Uma princesa do pior. (Por mais que a mediadora usasse argumentos a favor da outra...)
Ora a história eleita foi afinal muito útil, pelo debate que proporcionou.
As meninas concordaram com a princesa..., com o seu desejo de igualdade, com o seu gosto pela aventura...
Em contrapartida, os rapazes não apreciam uma princesa assim! Um deles foi violento e irredutível...
A sessão acabou com uma mediadora surpreendida, pensando que a igualdade de género está mais longe do que parece... e que há muito, muito a fazer!


Bibliografia:

A casa do João, Editora Replicação
Anna Kemp/Sara Ogilvie, Uma princesa do pior, Civilização Editora 
António Torrado/Madalena Raimundo O mercador de coisa nenhuma, Livros Horizonte 
Books of Hours, Phaidon Press Limited
José Eduardo Agualusa, Estranhões & Bizarrocos, D. Quixote
Vários/Serge Bloch, O tigre na rua e outros poemas, bruaá editora




segunda-feira, 13 de março de 2017

Histórias com bicho e outras que tais... (nos "Caranguejais")



LER para SER, LER por PRAZER - eis o lema das Semanas de Leitura, a decorrer em março, faseadamente, nas escolas.
PRAZER não faltou, realmente, na biblioteca da EB1 da Cova da Piedade nº 3 (na Rua dos Caranguejais), onde três turmas de 4º ano foram, cada qual de sua vez, Ler a meias... (As turmas dos professores Pedro, Carla Varinho e Maria João Calvário.)

Compararam-se antigos e novos livros, desde os manuscritos com iluminuras aos livros infantis de há umas décadas atrás.
A tradição oral não foi esquecida. Uma lengalenga e trava-línguas divertiram os meninos que revelaram ter muito boa memória e língua solta...
Passeámos pelo mapa do Médio Oriente, no império persa.
Alternaram-se poesias e histórias. Com muitos bichos dentro.
E não faltaram motivos para refletir, opinar e rir.
As preferências dos alunos variaram, mas "gostaram de tudo".
Miúdos e graúdos saíram felizes...
(A mediadora também.)


 Bibliografia:

A casa do João, Editora Replicação
Anna Kemp/Sara Ogilvie, Uma princesa do pior, Civilização Editora 
Books of Hours, Phaidon Press Limited
José Eduardo Agualusa, Estranhões & Bizarrocos, D. Quixote
Luísa Ducla Soares (org.), Destrava-línguas, Livros Horizonte
O cão fiel e outros contos para crianças, Editorial Infantil Majora
Vários/Serge Bloch, O tigre na rua e outros poemas, bruaá editora

quarta-feira, 8 de março de 2017

Com homens de mar..., na Feliciano Oleiro


Uma sessão bem sucedida recria-se, repete-se, para mais destinando-se a turmas do mesmo ano letivo e de um mesmo agrupamento.
Logo se vê se correrá da mesma forma, pois tudo é imprevisível e nem sempre sucede...
A verdade é que os quartos anos da escola Feliciano Oleiro manifestaram interesse e reações semelhantes perante uma adivinha ("Conto por ponto") de Bru Junça; o retrato de Um homem de mar, de Rodolfo Castro; o poema Mistérios, de Matilde Rosa Araújo; e a narração oral de um conto de Esther de Lemos: O espelho de quarto, o relógio de cuco e o xaile de seda.



(Tal e qual como no Pragal.)

No saco do Ler a meias..., há sempre mais qualquer coisinha, para o que der e vier. Ora, nem haveria tempo nem foi necessário...
A participação dos meninos foi espontânea e, em geral, muito oportuna.
Por fim, as preferências dividiram-se, mas houve muitos "gostos" para TUDO.

Portanto, até ao nosso reencontro, no 3º Período!

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Mistérios à volta do mar... em terras do Pragal

Começámos com um conto por ponto (uma adivinha) de Bru Junça:
«Altos castelos
Lindas janelas
Abrem e fecham
Ninguém mora nelas.»
O que é, o que é?.....


De olhos bem abertos, observámos a capa de Um homem de mar e retratámos essa personagem. Depois, de ouvidos à escuta, lemos a meias... e todos ficaram a conhecê-lo melhor: humor instável como o mar, nem bom nem mau, mas capaz de se enfurecer...
Quem o queria para noivo?...
Houve candidatas, mas poucas. As que lhe admiraram a imaginação.

O poema Mistérios apresentou um verdadeiro homem do mar: um esforçado pescador...

A sessão acabou com uma narração oral. A história de um outro pescador que tudo perdeu em dia de temporal. E da noiva que lhe abriu os olhos...
Uma história de Esther de Lemos (há muito esgotada) que pode ser lida integralmente, em PDF disponível na Web.

Uma história contada, olhos nos olhos: o momento preferido de ambas as turmas de 4º ano do Pragal, na passada 5ª feira (disseram) . Gostaram "de tudo" (acrescentaram).

Foi a nossa 1ª sessão deste ano.

Até para a próxima!
Bibliografia:
Bru Junça, Conto por ponto, ?
Matilde Rosa Araújo, Mistérios, Livros Horizonte
Rodolfo Castro e Manuel Monroy, Um homem de mar, GATAfunho

Webgrafia:
Esther de Lemos, O espelho de quarto, o relógio de cuco e o xaile de seda (Adaptação)


terça-feira, 29 de novembro de 2016

Regresso à Feliciano Oleiro...

Chegou a vez dos quartos anos da escola Feliciano Oleiro lerem a meias...
Começámos pelas apresentações.

O outono, a chuva e um discreto guarda-chuva preto, perdido, deram o "pontapé de saída".
Continuámos com poesia popular portuguesa. 
Seguimos adiante com O homem que não queria sonhar... 
A todos deu o tranglomanglo!...
Por fim, uma história de Natal: Um homem não chora
(Claro que pode chorar, mas tem de ter ânimo!... E uma mulher..., a mesma coisa!...)
O 4ºA (da professora Cristina Ferreira) ouviu o conto até ao fim. O 4º B (da professora Isabel Rosa) ficou curioso para saber o resto. (Pois fiquem sabendo que, em janeiro, a professora Eveline Monteiro irá contar o desfecho.)
É que a campainha não perdoou... 
À despedida, iam satisfeitos:
- Bom Natal!
- Feliz Ano Novo!

O 4º B, da professora Isabel Rosa
Bibliografia:
Alice Vieira (Org.), Eu bem vi nascer o sol, Antologia da poesia popular portuguesa, Círculo de Leitores (e Caminho)
Álvaro Magalhães, O homem que não queria sonhar e outras histórias, ASA
Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, Natal! Natal!, Caminho
Davide Cali/Valerio Vidali, Um dia, um guarda-chuva..., Planeta Tangerina



quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Tempo: o cronológico ou o meteorológico?...

O tempo, hoje, "rimou" com meses, anos..., com vida, antepassados e futuro..., com horários, horas de sono, brincadeiras e trabalhos..., com estações, com bom e mau tempo...
Tempo cronológico e meteorológico, ambos, pois claro!


Tudo isso perpassou pela poesia, narrativa, tradição popular e ilustrações que vimos e lemos, para Trocar as voltas ao tempo...
Gémeo Luís deu a conhecer as suas originais ilustrações (neste caso, para os versos de João Pedro Mésseder).

Entrou por ali dentro, também, uma pavorosa tempestade... Ui, que medo, que susto tremendo apanharam aqueles pequenitos!... Chegada a bonança, lá estavam eles armados em valentes! Tinham descoberto o valor de O para-raios..., um conto de Xico Braga (eleito democraticamente pelo 4º B, de entre dois à escolha, e lido também ao 4º A). 

Para acabar, em ambas as turmas, uma lengalenga a puxar pela memória e voz de todos.
No 4º B, cantada a meias com alguns meninos que tiveram de ensaiar, pois já não se lembravam muito bem... No 4º A, a meias com a professora Eveline.

Mais um reencontro feliz, este, na escola do Pragal!
Tal como nos anos anteriores, devido à ocupação da biblioteca, impõe-se a rotação do espaço, alternando-se a turma, sessão a sessão...
Em janeiro, foi assim: o 4º B na sala de aula e, a seguir, o 4º A na biblioteca escolar.
Até fevereiro (por ordem inversa)!



Bibliografia:
Alice Vieira, Eu bem vi nascer o sol, antologia da poesia popular portuguesa, Caminho
Anne-Margot Ramstein & Mathias Aregui, Antes (e) Depois, Gatafunho
João Pedro Mésseder/ Gémeo Luís, Trocar as voltas ao tempo, Eterogémeas
Xico Braga, 5 minutos de estória, edição de Autor



sábado, 23 de janeiro de 2016

Regresso à Feliciano Oleiro...

Janeiro levou-me de volta à biblioteca da escola Feliciano Oleiro, a duas turmas de 4º ano: o 4ºA da professora Lídia e o 4º B do professor Mário.

Foi tempo de apresentações, seguido de tempo para Ler a meias...:
  • Poesia: Dia um    ano primeiro, de Maria Rosa Colaço;
  • história: A fábrica do tempo
  • poesia popular: Lengalenga do homem que não queria comer couves.
A professora Eveline cantou-a... e os meninos do 4º B conheciam outras lengalengas que disseram de cor.
Foram sessões dedicadas a autores portugueses e em que a poesia popular entusiasmou ambas as turmas.
Para alegria geral, existe o livro na biblioteca! Não podia haver melhor final!


Bibliografia: 
Alice Vieira, Eu bem vi nascer o sol, antologia da poesia popular portuguesa, Caminho
Maria Rosa Colaço, Versos diversos para meninos travessos, Europress
Sílvia Alves, A fábrica do tempo, Livros Horizonte


segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

E que podemos nós fazer?...

A sessão com o 4º ano, na escola dos Caranguejais, foi bem variada e animada. Começámos com poesia; a seguir uma história, em torno do tempo passado, presente e futuro, e da chegada de um novo ano, cheio de sonhos  e esperança...; com uma pergunta na ponta da língua: E que posso eu fazer?
Sílvia Alves conduziu-nos através de anos que devemos saber apontar de cor, anos esses em que ocorreram acontecimentos inesquecíveis, até vir mais um ano novo cheio de dias para aproveitarmos bem, com responsabilidade e liberdade...
E que podemos nós fazer? 
A escolha é nossa!
Trabalhar, brincar, fazer amigos, conviver... e ajudar alguém à nossa volta... (como passou a fazer o Senhor Xis.)
Sorrisos, beijinhos..., búzios, flores..., companhia e atenção... são prendas enormes! E que prazer dão!
- Duvidam?
- Não? Então, vamos a isso!
Bom ano!


Bibliografia:
José Campanari & Jesús Cisneros, E que posso eu fazer?, OQO editora
Maria Rosa Colaço, Versos diversos para meninos travessos, Europress
Sílvia Alves, A fábrica do tempo, Livros Horizonte


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Dia a dia, na cidade...

Regressei hoje aos "Caranguejais" para um reencontro com o 4º ano. E fui recebida em festa, mal entrei ao portão...
A leitura domiciliária decorre animadamente na escola e a Gabriela tinha requisitado um livro que veio mesmo a calhar, para dar lugar à conversa inicial: O que é viver em sociedade? 
A professora Margarida Pinho projetou um curto vídeo comemorativo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, contra o racismo e xenofobia, a partir do qual também falámos dos cuidados que um peão deve ter na estrada...
A história do dia foi uma recriação do Capuchinho Vermelho.
Passa-se numa cidade tão perigosa como uma floresta...; tem de se atravessar um Centro Comercial, tão inseguro quanto um bosque...; no caminho, a Sofia cruza-se com meia dúzia de vadios e com um motoqueiro amável (que mais parecem uns chacais e um lobo, disfarçado de cordeiro)...; e, por fim, lá consegue chegar a casa da avó, já de noite. Entretanto, a mãe espera-a à varanda, preocupada. Digo-vos que vai ser necessária a ajuda da polícia... e muita magia... para o final da história.
Como disse o Gabriel, a polícia, nesta história, é como o caçador do Capuchinho Vermelho.
O conto causou dúvidas, receios, consternação..., mas o certo é que gostaram!
Em seguida, poesia: Poemas para um dia feliz, na voz de José Fanha: Todos os dias e Ah! Grande Sol!
Para terminar, que ideias associam estes meninos à palavra... DIA?
DIA é (que bom!):

  • manhã
  • luz
  • sol
  • novidade
  • começo
  • pequeno-almoço
  • escola
  • brincadeira
  • amigos
  • felicidade

Bibliografia:
José Fanha (org.), Poemas para um dia feliz, Gailivro
Oscar Brenifier/frédéric Benaglia, O que é viver em sociedade, Col. Filosofia para Crianças, Dinalivro
Roberto Innocenti/Aaron Frisch, A menina de vermelho, Kalandraka


No blogue da escola...