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quarta-feira, 23 de junho de 2010

S. João de Almada

S. João é o padroeiro de Almada, o que justifica um feriado municipal...
Quem foi? Primo de Jesus, um pouco mais velho, anunciou a sua vinda, baptizou-O, seguiu-O...
A sua vida, como é natural, pouco tem a ver com a forma como é evocado pelo Povo: folião, casamenteiro, protector das colheitas...
É festejado na noite de 23 de Junho, considerada uma noite mágica desde tempos imemoriais, por coincidir com o solstício de Verão. Qualquer pretexto serviria para a festejar. Sagrado e profano de mãos dadas, ainda melhor!
Almada foi terra fértil e algum mau ano deve ter determinado um pedido especial a S. João, feito na Ramalha, ao tempo uma zona profundamente agrícola. E algum milagre deve ter então acontecido... 
A tradição cimentou-se. S. João, abrigado durante todo o ano na Igreja de S.Tiago (junto ao castelo), passa anualmente a sua noite na Capela construída em honra de Santo Antão (na Ramalha), de frente para a porta, prontinho a regressar a "casa", logo no dia seguinte...
Há largos anos atrás, nessa noite, aí se concentravam os populares vindos dos vários bairros e era festa rija, pela noite dentro: fogueiras, comes e bebes, bailaricos e namoricos...
A cidade cresceu, mudou. Urbanizou-se, definitivamente. Encontraram-se espaços alternativos. Os festejos deslocaram-se para Cacilhas. 
S. João, mais idoso, repousa, tranquilo, longe da multidão... 
Esta desce até ao Tejo, decidida a divertir-se...  (Alguém falou em crise?!...)















Pela marginal, passam movimentadas marchas populares, cheias de cor, música, dança; entusiasmo, alegria... 

E há mais: não faltam comes e bebes, reencontros de amigos, bailaricos... namoricos... 
Festa rija. Emoções. Momentos felizes. Hoje como então.

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Festa pelo S. João...








«Bela cidade de Almada
de S. João é devota,
o Tejo vai aos folguedos
nas asas de uma gaivota.»




Foi esta a quadra que escolhemos - eu e a Fernanda Ataíde.
Fomos juntas à festa... depois de um cansativo dia de trabalho.
Prontas para nos divertirmos: e "meu dito, meu feito"!






Gastronomia da época: sardinha assada, salada mista... e sangria.
Música ao vivo...: das marchas, às "melodias de sempre"... e ao "pimba", pois claro!, tudo se ouviu, a partir daquele palco que anunciava, em letras grandes: "Festas Populares de Cacilhas".
Foi festa rija, na verdade...; bem popular, realmente...; em Cacilhas, sem dúvida!





No bailarico, dançavam casais, velhos e novos; mulheres com mulheres... e brincavam crianças...; não faltavam cães, certamente em busca da companhia dos donos...





Associámo-nos à festa!
Apitou o comboio..., marchámos..., fizemos rodas, de mãos dadas com as crianças...





Boa ginástica! Convívio. Satisfação.
Marcando o final da noite, fogo de artifício...





Desta festa, conservo o manjerico. Fotografias. Memórias.
Vivam os santos populares!...

Em especial... o S. João!