sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Uma rosa - para Estocolmo

Porque as flores são silenciosamente fluentes, quando as palavras nos morrem na garganta...

3 comentários:

BoDy anD SouL disse...

Que lindo poema...

Manuela Caeiro disse...

Olá, Isabel!...
Esta rosa, já agora..., vai também para a Austrália, para a estreia da peça, logo à noite...
Felicidades! E, mais uma vez, PARABÉNS!

Judite disse...

O que não consegui dizer ao comentar o texto anterior,está aqui,na eloquente beleza desta rosa.E até sinto o nó da garganta menos dorido. Obrigada por partilhares com os outros a tua sensibilidade, sempre tão profunda .