Imaginem agora uma exposição de máquinas de cena pela serra acima, literalmente «Ao relento», dadas ao olhar de quem as quiser recordar ou conhecer (antes que se finem com o devir do tempo, estação após estação, ao sol, vento e chuva, "numa lógica contrária à dos conservadores de museus", como afirma João Brites, o Chefe do Bando...) É arte ao ar livre, acrescentando valia à caminhada de quem se dispõe a subir a serra, em redor.
A entrada é livre: verdadeiramente livre...
As confrarias retomaram a sua atividade, agora que um novo ano de trabalho se iniciou.
Neste momento, qualquer um, consoante a sua faixa etária, pode integrar uma das oficinas de formação de expressão dramática. (Re)Começou ontem o projeto.
A Linha fora de si, para maiores de 18, desfiou-me receios e entusiasmo..., pretensa desinibição com constrangedora inibição..., e ainda assim sobrou-me coragem para abraçar o desafio. Esta minha 1ª experiência pôs a nu as receadas dificuldades, a par do prazer de as tentar superar, numa solidão acompanhada... (Há mais estreantes, no nosso grupo...)
Bem mais fácil é para mim emprestar voz e sentimento a uma qualquer personagem de um texto cuja leitura medeio... Aí sim, sinto-me "em casa".
O livro é o suporte que me falta no momento de recriar, de improviso, uma situação inesperada, atentamente observada... Sem guião..., sem rede.
Apontam-me o objetivo de refrear a minha natural aceleração...
Conseguirei?
Quererei?!...