Em liberdade, lembremos tempos indesejados de Ditadura...
Repressão, opressão... direitos humanos em permanente violação.
"Os salteadores".
Um conto de Jorge de Sena.
Uma curta metragem (12m 34) - animação.
Realização de Abi Feijó.
Ler, citar, contar, escrever... Partilhar experiências de mediação de leitura e de vida...
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segunda-feira, 30 de abril de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Arte... dança...
Segundo a Wikipédia, «Bolero (Boléro, no título original francês) é uma obra musical de um único movimento escrita para orquestra por Maurice Ravel. Originalmente composta para um Ballet, a obra teve sua première em 1928... (...)
A estreia deu-se em Paris, na Ópera Garnier, em 22 de Novembro de 1928 (...). Uma das dançarinas foi Ida Rubinstein, e a peça causou escândalo devido à sensualidade da coreografia.»
No inesquecível filme de Claude Lelouch, Les uns et les autres (1981), o Bolero foi dançado por Jorge Donn (este bailarino).
Um quarto de hora de puro deleite...
A estreia deu-se em Paris, na Ópera Garnier, em 22 de Novembro de 1928 (...). Uma das dançarinas foi Ida Rubinstein, e a peça causou escândalo devido à sensualidade da coreografia.»
No inesquecível filme de Claude Lelouch, Les uns et les autres (1981), o Bolero foi dançado por Jorge Donn (este bailarino).
Um quarto de hora de puro deleite...
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Cinema: José e Pilar
O filme José e Pilar abriu o DocLisboa 2010, teve uma ante-estreia a 16 de Novembro, no dia do 88º aniversário de nascimento de José Saramago e está desde então em cartaz, em diversas salas de cinema nacionais.
Vi-o há dois dias, sem um desvio do olhar...
Senti-me emocionada pela ilusão de penetrar no quotidiano do casal; pela simplicidade com que nos é relatado o seu ritmo intenso de vida; pela dimensão humana de cada um, Homem e Mulher..; pelo amor que ressalta daquela união, finda mas infinita... Pela viagem a Lanzarote e a A Casa...; pela beleza da fotografia e da música do vento... Pela tenacidade com que José concluiu A viagem do Elefante e com que Pilar terminou a respectiva tradução, no mesmo dia... Por me identificar com todo aquele desejo de viver a vida, aproveitar todo o tempo disponível..., repousar e prosseguir, sem cessar... Por concordar com tantas das posições ali assumidas e defendidas...
Saí com desejo de rever o filme... e, sobretudo, de conhecer melhor a obra do nosso Nobel de Literatura.
José Gonçalves Mendes conviveu com José Saramago e Pilar del Rio durante quatro anos e a gravação de 240h deu lugar a este documentário com um décimo de duração - realista, poético, sóbrio, imperdível.
Vi-o há dois dias, sem um desvio do olhar...
Senti-me emocionada pela ilusão de penetrar no quotidiano do casal; pela simplicidade com que nos é relatado o seu ritmo intenso de vida; pela dimensão humana de cada um, Homem e Mulher..; pelo amor que ressalta daquela união, finda mas infinita... Pela viagem a Lanzarote e a A Casa...; pela beleza da fotografia e da música do vento... Pela tenacidade com que José concluiu A viagem do Elefante e com que Pilar terminou a respectiva tradução, no mesmo dia... Por me identificar com todo aquele desejo de viver a vida, aproveitar todo o tempo disponível..., repousar e prosseguir, sem cessar... Por concordar com tantas das posições ali assumidas e defendidas...
Saí com desejo de rever o filme... e, sobretudo, de conhecer melhor a obra do nosso Nobel de Literatura.
José Gonçalves Mendes conviveu com José Saramago e Pilar del Rio durante quatro anos e a gravação de 240h deu lugar a este documentário com um décimo de duração - realista, poético, sóbrio, imperdível.
domingo, 25 de julho de 2010
Brasil: vários olhares, uma voz...
Julho trouxe festa...
Impossível é estar aqui e ali, ao mesmo tempo..., e muito difícil é optar!
Findo o Festival de Teatro, em Almada decorreu a V Mostra de Cinema Brasileiro. Meia dúzia de filmes de géneros diversos: dramas e comédias; ficção baseada em factos reais e documentários - depoimentos de gente que sobrevive e resiste. A custo.
Uma realidade crua: habitar um imenso prédio superlotado e claustrofóbico, a um quarteirão da praia de Copacabana; nascer pobre e crescer num internato público desumanizado... e alcançar êxito...; vivenciar o crime e a violência na rua...
Filmes tais como Edifício Master, 2002; O contador de histórias, 2009; Contra todos, 2004...
No vídeo de Diana Krall, a cantora evoca o "rapaz de Ipanema". A excelente fotografia revela-nos um Rio de Janeiro cheio de belezas naturais e de prazeres, particularmente vividos na praia de Ipanema, bem como o património construído de uma grande metrópole. Na outra margem, Niterói exibe orgulhosamente o seu Museu de Arte Contemporânea, obra do arquitecto Oscar Niemeyer, hoje com 102 anos.
Um Brasil desenvolvido; um apetecido postal turístico...
Um quotidiano a que queremos ter direito.
Diana Krall passou hoje por Cascais... Podemos ainda imaginar a sua voz quente e sensual ecoando na Cidadela...
Impossível é estar aqui e ali, ao mesmo tempo..., e muito difícil é optar!
Findo o Festival de Teatro, em Almada decorreu a V Mostra de Cinema Brasileiro. Meia dúzia de filmes de géneros diversos: dramas e comédias; ficção baseada em factos reais e documentários - depoimentos de gente que sobrevive e resiste. A custo.
Uma realidade crua: habitar um imenso prédio superlotado e claustrofóbico, a um quarteirão da praia de Copacabana; nascer pobre e crescer num internato público desumanizado... e alcançar êxito...; vivenciar o crime e a violência na rua...
Filmes tais como Edifício Master, 2002; O contador de histórias, 2009; Contra todos, 2004...
No vídeo de Diana Krall, a cantora evoca o "rapaz de Ipanema". A excelente fotografia revela-nos um Rio de Janeiro cheio de belezas naturais e de prazeres, particularmente vividos na praia de Ipanema, bem como o património construído de uma grande metrópole. Na outra margem, Niterói exibe orgulhosamente o seu Museu de Arte Contemporânea, obra do arquitecto Oscar Niemeyer, hoje com 102 anos.
Um Brasil desenvolvido; um apetecido postal turístico...
Um quotidiano a que queremos ter direito.
Diana Krall passou hoje por Cascais... Podemos ainda imaginar a sua voz quente e sensual ecoando na Cidadela...
Etiquetas:
Cinema,
Diana Krall,
V Mostra de Cinema Brasileiro
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