quinta-feira, 13 de maio de 2010

Uma vida que começa...

Nasceste.
Como um novelo cujo fio começa a ser fiado e se irá desenrolando...

Espalhaste sorrisos. 
Esperança.
Trazes a incógnita do futuro por fiar...
Aventuras por tecer...
Casulos de sonhos por abrir...
Uma vida para fruir.
Para connosco partilhar.
(Mesmo à distância...)

Bem-vinda à nossa companhia, Catarina!
Felicidades!

Dedico de novo à tua Mãe (e também ao teu Pai) um poema, em teu nome... - tal como fiz antes, por ocasião do nascimento da Íris, do Francisco e do João: os meus netos que te precederam (aliás, o mano e os primos)...
A TODOS, muitos Parabéns!

Pequeno poema

Quando eu nasci,
ficou tudo como estava.

Nem homens cortaram veias,
nem o Sol escureceu,
nem houve Estrelas a mais...
Somente,
esquecida das dores,
a minha Mãe sorriu e agradeceu.

Quando eu nasci,
não houve nada de novo
senão eu.

As nuvens não se espantaram,
não enlouqueceu ninguém...

Pra que o dia fosse enorme,
bastava
toda a ternura que olhava
nos olhos de minha Mãe…

Sebastião da Gama

2 comentários:

joaquim disse...

A vida é enorme,
A ternura infinita
nos olhos de uma avó!
Parabéns
Felicidades,
porque és Avó
Mãe,
Filha.

Leonor disse...

Parabéns, minha amiga!
Parabéns também aos pais. Muitas felicidades.