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segunda-feira, 8 de julho de 2013

"Gulosa da vida!..."

A correria do ano letivo chegou ao fim.
Às despedidas do Ler a meias sucederam-se diversos ensaios da Oficina de Expressão Dramática dos Actos Urbanos cuja apresentação final ocorreu, repetidamente, neste último fim de semana. 
(Seguir-se-á a reunião de balanço. Despedidas...)
Vai chegando ao fim, sim, a correria...
E contudo não é tempo de parar!
Dias longos. Noites quentes e livres. 
Tanta coisa a acontecer... tanta coisa por fazer...
Tantos desafios à liberdade de escolher... e sacudir a preguiça!
Férias assim, sim, por fim!...

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Muito, muito teatro em Almada...

O Festival Internacional de Almada agita a minha cidade: tem hoje início!
Por casualidade, há atividades paralelas...
Eu participo numa delas, após ter frequentado uma Oficina de Expressão Dramática que apresenta agora ao público o respetivo espetáculo final.
São os Actos Urbanos - 3ª edição.
"Sangue, suor e lágrimas..." - exigiu a formadora/encenadora, Drª Joana Sabala.
Venham ver!
Sete pecados mortais e logo a vida ganha outra emoção...
1h de diversão gratuita.
Sexta feira ou sábado, às 21h30m. Sem mais!...
Fica feito o convite!



segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Do Mundo Rural para os Atos Urbanos...

A minha 1ª experiência de Expressão Dramática foi feita em Mundo Rural.
Penosa peregrinação, em longas tardes de sábado, semana após semana, mês após mês...
Penosa? Sim! E não apenas pela lonjura medida em litros de combustível. Dura, sobretudo, a peregrinação interior. 
Incompreensíveis receios e inibições, inesperados bloqueios... Sucessivos progressos e retrocessos... 
Persistência, enfim, muita teimosia, para chegar ao fim!
Alguns adjuvantes: afetos tecidos com O Bando e com o grupo. Espaço apetecido em plena serra... Desejo de aprender técnicas para usar em sessões de promoção da leitura (o grande objetivo de toda esta aventura).
O culminar do nosso trabalho, a nossa peça, intitulou-se Raça de ferro.
Perfeita metáfora, fazendo jus à tenacidade e resistência investidas.
Um produto final que suavizou a dolorosa dureza do percurso. 
- Terminou, pronto. E ponto - foi a decisão tomada e assumida.


Eis que surgem os Atos Urbanos.
No Ponto de Encontro de Cacilhas... A dois passos. Num espaço amplo, grandioso ponto de observação de Lisboa vendo-se ao espelho no Tejo, em cúmplice diálogo com esta margem... 
Num confortável horário pós-laboral, a meio da semana. 
Mais económico. 
A requerer uma apetecida caminhada... 
Para mais, com uma formadora que muito estimo (e que foi minha aluna): a Joana Sabala.
Dúvidas, desejos... Reflexão, resistências... Sim, por isto; Não, por aquilo... Vou?, Não vou?...
E exatamente assim mergulhei em Mundo Urbano.
Com outros receios e bloqueios.
A mesma recorrente e dura dúvida: desistir ou resistir? Para quê insistir?
Idêntico objetivo.
Progressos e retrocessos, de novo...
Acabo de chegar a uma conclusão: a Expressão Dramática é exercício de que a mente precisa… tal como o corpo o não dispensa.
Há que prosseguir. 
Ouvindo Ricardo Reis / Fernando Pessoa:
...nada/Teu exagera ou exclui. (...) Põe quanto és/No mínimo que fazes...
Aqui ao leme sou mais do que eu (...)