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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Ler a meias... e a Arte...

Para fazer hoje, na EB1 Feliciano Oleiro, uma abordagem à Arte, tive de pesquisar, claro!... Escolhi o Dicionário por imagens das artes (Fleurus/Livros e livros), para falar, de uma forma simples e clara, das várias artes, de vários estilos e de algumas obras célebres, sobretudo de pintura. 


A seguir, literatura infantil.
No 4º ano da professora Lídia, demos uma espreitadela a alguns livros:
  • Filipe e o pincel mágico, de Mischa Damjan;
  • O pintor e o pássaro, de Max Velthuyjs;
  • O cão mal desenhado, de Emma Dodson.
Para ler ou recontar, escolhemos, quer nesta  turma quer no 4º ano da professora Isaura, O quadro roubado, de Ilse Losa.
A partir desta história, levantaram-se vários problemas:
- A Srª Rosa via muitos quadros e um dia levou um. Fez bem?... 
- Quando se arrependeu, devia ter devolvido o quadro?... Por que não o fez?
- O pintor Paulo António, anos mais tarde, descobriu o seu quadro num Museu. Devia reclamá-lo? Seria melhor deixá-lo no Museu?!...
Discutiram-se pontos de vista; registaram-se consensos e perplexidades.

Fizemos, por fim, um "ateliê" de desenho: cada um  recriou o quadro do Palhaço, segundo a sua imaginação, se possível experimentando um estilo diverso... 
Houve de tudo um pouco! Ora vejam!
Parabéns, Artistas!!!
(Como eu gostava de ser capaz... como vós!)


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

"A delinquência juvenil não é uma fatalidade"

Li este artigo há dias, no Portal da Educação. 
Gira em torno da publicação de um livro: Reinserção pela Arte (título apelativo).
Resultou este livro de um projeto desenvolvido em Centros Educativos de Lisboa, coordenado por Jorge Barreto Xavier, com jovens entre os 13 e os 18 anos, e nele se pretende demonstrar que a criação artística é uma ferramenta na descoberta de competências que abre portas à reinserção de jovens problemáticos.
Os jovens foram envolvidos em atividades artísticas nas áreas do teatro, música, dança, vídeo, fotografia, escrita, cinema e design de espaços. 
(Dar largas à criatividade e reforçar a auto-estima, certamente... Mais ainda, envolver-se em projetos, assumir responsabilidades, trabalhar em equipa, confrontar-se e respeitar o outro...)


Realço algumas afirmações proferidas na sessão da sua apresentação:
Vivemos numa sociedade em que nos habituámos a aceitar certas coisas: a pobreza, a criminalidade, a delinquência juvenil (...) acreditamos que todas elas hão de sempre existir, em maior ou menor grau.; É nesse sentido que a delinquência juvenil pode ser encarada como uma fatalidade. Creio que é necessário acreditar na efetiva erradicação da delinquência juvenil. É preciso trabalhar com objetivos máximos e não mínimos ou medianos. Depois, procurarmos aproximar-nos o mais possível da concretização destes objetivos, que não são para cumprir num ano nem sequer numa geração - mas se não forem estabelecidos com clareza, não podemos trabalhar em função deles.


Não faltou uma pergunta pertinente, de resposta embaraçosa: As escolas estarão preparadas para lidar com a delinquência dos jovens?...
Acrescento eu, receosa: E com o desinvestimento crescente na Arte, na Educação, etc..., deixaremos morrer projetos como este?! 
Os prejuízos não serão muito superiores às poupanças?...


Ler +: A delinquência juvenil nem sempre é uma fatalidade

sábado, 25 de junho de 2011

Luares. . . de Cruzeiro Seixas


Desenhos e pinturas de Nadir Afonso, Cruzeiro Seixas, Júlio Resende e Fernando Lanhas deram o motivo; mãos hábeis da Manufactura da Tapeçaria de Portalegre teceram fios de lã, recriando-os com arte, técnica e perfeição. Nas Belas Artes, em Lisboa, na sua Galeria de Arte Moderna, está agora patente uma exposição de tapeçaria que constitui uma lindíssima e significativa homenagem a estes pintores. 
E também uma homenagem aos anónimos artesãos, acrescento eu.
Estéticas diferenciadas: expressão geométrica; figuração e abstração; surrealismo...
O meu olhar ficou refém das luas-sóis de Cruzeiro Seixas... Luares de Lua Cheia a Quarto Crescente.