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sexta-feira, 27 de julho de 2018

Contos e Recontos... para Netos e Avós


Em jeito de... PRÓLOGO
Reencontro nos SSAP.
Encerramento deste "ano letivo" (que, curiosamente, aí começou também).
Dia de aniversário: as nossas sessões tiveram início no dia 31 de julho de 2015. (O blogue assegura-o com precisão.)
A princípio, recorríamos sobretudo à literatura infantojuvenil, esperando ajudar os avós presentes na escolha de livros para ler aos netos... Gradualmente, passámos a tertúlias em torno de obras para "gente grande".
Tratando-se do 3º aniversário, festejado em pleno Dia Mundial dos Avós, e tendo sido convidados os netos, a seleção de textos recuou aos primórdios... Quanta emoção perpassa nas histórias tradicionais, nos álbuns de imagens, em histórias curtas!
Entre a assistência generosa, apenas dois netos: a Andressa Barichello e o Paulo Andrade. (É que a galeria de netos da Manuela cresce..., ao ritmo dos afetos.)

Recordando a SESSÃO
Percorremos um fio de palavras de:
José Fanha, Antigamente;
José Saramago, As pequenas (grandes) memórias - dos seus avós e do seu nome;
Roald Dahl, O feijoeiro mágico;
Cecília Meireles, Ou isto ou aquilo e A língua de nhem;
Roberto Innocenti/ J. Patrick Lewis, A casa;
Maria Judite de Carvalho, Casas;
Natalia Chernysheva, O regresso.
Seguindo estes livros e com este alinhamento, entremeando as leituras com comentários vários, histórias e memórias dos presentes, a sessão decorreu em caloroso e descontraído ambiente de prazer.
Tivemos uma Bruxinha a assistir, a qual nos desejou sorte e felicidades, a todos... (Pareceu mesmo uma fada, voando na vassoura das palavras...)
Por fim, lemos um lindo e comovente poema de um dos filhos da Aida: Aos avós.
Desta vez, com a maestra Alice a comandar, despedimo-nos novamente a cantar: Avozinha, vá lá, só mais uma...
Ninguém tinha pressa de sair!...
Obrigada!
Boas férias!

(Em junho, foi assim...)


BIBLIOGRAFIA:
Cecília Meireles/Thais Linhares, Ou isto ou aquilo, Editora Nova Fronteira
José Fanha/Rui Ricardo, Era uma vez eu, Booksmile
José Saramago, As pequenas memórias, Porto Editora
Maria Judite de Carvalho, A janela fingida, Seara Nova
Natalia Chernysheva, O regresso, Bruaá
Roald Dahl, Histórias em verso para meninos perversos, Teorema
Roberto Innocenti/J. Patrick Lewis, A casa, Kalandraka


sábado, 23 de junho de 2018

Nos SSAP, Contos, recontos e quentes sorrisos...



Na sessão deste mês, fizemos leituras, recontos; houve espaço para a narrativa, a poesia, o provérbio, a filosofia, a biografia...; e não faltou humor!
Entre velhos amigos, uma presença nova. A senhora que escreveu a letra de um hino dedicado aos Serviços Sociais e que abriu (e no fim, a nosso pedido, encerrou) esta sessão, com a respetiva leitura.
Aproxima-se o final deste ano "letivo" e fizemos avaliação da atividade do Ler a meias... ou seja, dos Contos e Recontos...


De um modo geral, quem lá estava é presença assídua desde o início, que gosta destes nossos reencontros, e foi, pois, generoso na apreciação: a seleção dos textos, a partilha alegre, o convívio proporcionado.
A partir dos textos lidos são bem-vindos os comentários e opiniões livres, bem como as histórias que a memória vai soltando, ao longo da escuta... - como é habitual acontecer.
(Que bom é quando assim sucede!)
Ou seja, "passámos" todos de ano! :-)


Teremos uma sessão-extra, a 26 de julho, Dia dos Avós. Ficam convidados avós e netos.
Sessão de maio, aqui.

Bibliografia:
Carlos Drummond de Andrade, Contos plausíveis, José Olympio Editora
Erling Kagge, Silêncio na era do ruído, Quetzal
Maria Rosa Colaço, Fado Portugês (in Coletânea - particular - de Fernanda Andrade)
Vergílio Ferreira, Contos, Bertrand Editora
Lia Zatz e Inácio Zatz, O que você vai ser quando morrer?, Lê
Millor Fernandes, Pif-Paf (in Diário Popular)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Ler a meias...: "Receita para avós felizes..."

Ingredientes:
Histórias,
poesias,
canções,
conversas sérias e vadias...

Preparação:
Pensar no público-alvo,
selecionar livros,
ler, ler e reler, dias e dias...

Confeção:
Cria-se um ambiente familiar,
convertem-se os livros em palavras
que se elevam pelo ar,
seja informação, ficção ou poesia,
talvez também uma pitada de filosofia...
Entremeiam-se emoções como cores do arco-íris.
Entrelaça-se realidade e fantasia:
notícia, poema, narração, canção, biografia...
A palavra tem magia.
Faz nascer sorrisos ou uma lágrima atrevida...
E a despedida rejubila de alegria!

Foi assim tal e qual, hoje, num certo centro de convívio de Serviços Sociais  da Administração Pública, em que estive pela segunda vez, com "gente grande"...
Voltei. 
À despedida, surpreenderam-me com uma velha canção de Maria de Lurdes Resende: 
Avozinha. 
«Avózinha, vá lá só mais uma
Conta que eu não faço oó
Conta aquela da Fada de Espuma
Conta alguma, querida avó (...)»
Cativámo-nos mutuamente.
Foi um prazer! 
Obrigada! E até mais ver...


Bibliografia:
Livrinhos da coleção Formiguinha, da Editorial Infantil Majora
Antoine Saint-Exupéry, O principezinho, Editorial Aster
Benjamin Lacombe, Cuentos silenciosos, Edelvives
Poemas para um dia feliz, org. José Fanha, Gailivro
Ilse Losa, A minha melhor história (e outras histórias), Editora Nova crítica
Mariana Chiesa Mateos, Migrando, Orfeu Mini
Sandol Stoddard, Estava a pensar..., bruaá editora


Sessão anterior, AQUI. 

Ler a meias...: "Receita para avós felizes..."

Ingredientes:
Histórias,
poesias,
canções,
conversas sérias e vadias...

Preparação:
Pensar no público-alvo,
selecionar livros,
ler, ler e reler, dias e dias...

Confeção:
Cria-se um ambiente familiar,
convertem-se os livros em palavras
que se elevam pelo ar,
seja informação, ficção ou poesia,
talvez também uma pitada de filosofia...
Entremeiam-se emoções como cores do arco-íris.
Entrelaça-se realidade e fantasia:
notícia, poema, narração, canção, biografia...
A palavra tem magia.
Faz nascer sorrisos ou uma lágrima atrevida...
E a despedida rejubila de alegria!

Foi assim tal e qual, hoje, num certo centro de convívio de Serviços Sociais  da Administração Pública, em que estive pela segunda vez, com "gente grande"...
Voltei. 
À despedida, surpreenderam-me com uma velha canção de Maria de Lurdes Resende: 
Avozinha. 
«Avózinha, vá lá só mais uma
Conta que eu não faço oó
Conta aquela da Fada de Espuma
Conta alguma, querida avó (...)»
Cativámo-nos mutuamente.
Foi um prazer! 
Obrigada! E até mais ver...



Bibliografia:
Livrinhos da coleção Formiguinha, da Editorial Infantil Majora
Antoine Saint-Exupéry, O principezinho, Editorial Aster
Benjamin Lacombe, Cuentos silenciosos, Edelvives
Poemas para um dia feliz, org. José Fanha, Gailivro
Ilse Losa, A minha melhor história (e outras histórias), Editora Nova crítica
Mariana Chiesa Mateos, Migrando, Orfeu Mini
Sandol Stoddard, Estava a pensar..., bruaá editora


Sessão anterior, AQUI.