Foi numa turma de meninos de 4 e 5 anos, muito vivos e interessados. No Jardim de Infância do Pragal.
Uma ideia da Srª Diretora... Uma atividade-surpresa.
"Vamos lá!"
A receção foi simpática e acolhedora.
Nada melhor do que o património oral... Ia preparado (sem saber), o saco do Ler a meias...
Uma lengalenga e trava-línguas foram ideais para participar, aprender e rir...
E foi muito divertida a sessão.
Acabou com uma roda, para se jogar depois à apanhada:
«Copo copo gericopo
Gericopo copo cá
Quem não disser três vezes
Copo copo gericopo
Gericopo copo cá
Por este copo não beberá.»
(Brincaram os crescidos e os pequenitos.)
Há surpresas assim...
Bibliografia:
A casa do João, Editora Replicação
Luísa Ducla Soares (org.), Destrava-línguas, Livros Horizonte
Ler, citar, contar, escrever... Partilhar experiências de mediação de leitura e de vida...
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quinta-feira, 16 de março de 2017
domingo, 31 de julho de 2016
Balanço: mais um ano a ler a meias...
Ler a meias... mantém-se um projeto em regime de voluntariado, desenvolvido sobretudo em estabelecimentos escolares, em estreita colaboração com professores bibliotecários ou outros responsáveis por atividades de promoção do livro e da leitura.
No ano escolar findo, foram três as escolas em que continuei a desenvolver um trabalho regular:
- Agrupamento Anselmo de Andrade – 22 sessões
Como seria de esperar, voltei à EB1 Casal de Bolinhos; fiz também uma estreia na EB1 de Vila Fresca (5 sessões nestas duas escolas do Agrupamento de Azeitão).
Uma segunda estreia aconteceu em duas turminhas de um Jardim Infantil, em Sapadores: 2 sessões inesquecíveis.
Retornei, por duas vezes, ao Centro de Convívio dos Serviços Sociais da Administração Pública, onde se alternam histórias para netos e avós (e não-avós), muito ternos e interessados.
Feitas as contas, foram realizadas 47 sessões de mediação de leitura, ao longo de 2015/2016.
(O número de sessões continua a reduzir, o que parece justo..., mas, em boa verdade, atribulações várias impediram a minha ida a Vila Nogueira de Azeitão e ao Agrupamento Castelo-Poente, em Sesimbra, como estava previsto.)
Escutar os meninos dizendo que passaram a "gostar mais dos livros", e que leem - "o que era raro", faz sentir que cumpri objetivos.
Valeu a pena!
(Principalmente ao ler, mais tarde, o balanço dos meninos do Agrupamento da Anselmo).
No ano escolar findo, foram três as escolas em que continuei a desenvolver um trabalho regular:
- Agrupamento Anselmo de Andrade – 22 sessões
·
EB1/JI
do Pragal – 4º A e 4º B (3º A e 3º B, apenas uma vez, no “Dia da Escola”);
·
EB1/JI
Feliciano Oleiro - 4º A e 4º B.
- Agrupamento Emídio
Navarro – 16 sessões
·
EB1/JI
nº 3 da Cova da Piedade (“Escola dos Caranguejais”) – 3º A e 4º A.Como seria de esperar, voltei à EB1 Casal de Bolinhos; fiz também uma estreia na EB1 de Vila Fresca (5 sessões nestas duas escolas do Agrupamento de Azeitão).
Uma segunda estreia aconteceu em duas turminhas de um Jardim Infantil, em Sapadores: 2 sessões inesquecíveis.
Retornei, por duas vezes, ao Centro de Convívio dos Serviços Sociais da Administração Pública, onde se alternam histórias para netos e avós (e não-avós), muito ternos e interessados.
Feitas as contas, foram realizadas 47 sessões de mediação de leitura, ao longo de 2015/2016.
(O número de sessões continua a reduzir, o que parece justo..., mas, em boa verdade, atribulações várias impediram a minha ida a Vila Nogueira de Azeitão e ao Agrupamento Castelo-Poente, em Sesimbra, como estava previsto.)
Escutar os meninos dizendo que passaram a "gostar mais dos livros", e que leem - "o que era raro", faz sentir que cumpri objetivos.
Valeu a pena!
(Principalmente ao ler, mais tarde, o balanço dos meninos do Agrupamento da Anselmo).
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