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domingo, 11 de maio de 2014
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
terça-feira, 21 de agosto de 2012
domingo, 13 de maio de 2012
Fotografia: histórias verídicas...
O conjunto de fotografias da World Press Photo 2012, exposto em Lisboa, no Museu da Eletricidade, até 20 de maio próximo, recorda-nos acontecimentos reais ocorridos em 2011, registados por câmaras de jornalistas. Estes acorreram ao sítio exato em que a notícia aconteceu e foram testemunhas indesmentíveis dos factos.
O ano foi pleno de convulsões sociais e catástrofes naturais que, naturalmente, ali revemos, de forma nua, crua... e "fantástica". Como foi possível?!, Qual o ângulo?!... Facilmente percebemos os enormes riscos corridos muitas vezes pelos fotojornalistas que as captaram para nos informar.
Ressalta a manutenção de seculares tradições sem sentido, obscurantismo, intolerância, desrespeito pela vida de animais e do nosso semelhante, pelo mundo fora... Aquelas fotos são, com frequência, imagens de revolta, ódio, violência, prepotência, crueldade, terror, dor...
Para nosso consolo, apenas a fotorreportagem do marido idoso que cuida desveladamente da sua esposa (incurável)..., retratos de sobrevivência..., momentos de lazer ou de evasão..., alguém que, no meio da total destruição e adversidade, regista um enorme grito de resistência: Vamos aguentar!
Tudo aquilo ocorreu, está a acontecer, prepara-se e poderá vir a suceder. São histórias verídicas; são História. A mentalidade humana surpreende-nos: progride, regride, avança e recua, contemporaneamente, nos vários continentes...
Uma Humanidade desumana, afinal!...
Teimosamente, buscamos uma saída para tanto pessimismo: as boas notícias raramente são notícia... Mas ocorrem, sim. Diariamente.
World Press Photo: aqui.
Ressalta a manutenção de seculares tradições sem sentido, obscurantismo, intolerância, desrespeito pela vida de animais e do nosso semelhante, pelo mundo fora... Aquelas fotos são, com frequência, imagens de revolta, ódio, violência, prepotência, crueldade, terror, dor...
Para nosso consolo, apenas a fotorreportagem do marido idoso que cuida desveladamente da sua esposa (incurável)..., retratos de sobrevivência..., momentos de lazer ou de evasão..., alguém que, no meio da total destruição e adversidade, regista um enorme grito de resistência: Vamos aguentar!
Tudo aquilo ocorreu, está a acontecer, prepara-se e poderá vir a suceder. São histórias verídicas; são História. A mentalidade humana surpreende-nos: progride, regride, avança e recua, contemporaneamente, nos vários continentes...
Uma Humanidade desumana, afinal!...
Teimosamente, buscamos uma saída para tanto pessimismo: as boas notícias raramente são notícia... Mas ocorrem, sim. Diariamente.
"Vamos aguentar!"
World Press Photo: aqui.
Etiquetas:
Fotografia,
World Press Photo
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Sem nada para fazer...
Ultimamente escrevo apenas sobre trabalho de mediação de leitura.
Pergunto-me: os dias de lazer não merecerão ser registados em papel... ou aqui, clique-clique, digitalmente?...
3ª e 4ª não fui a bibliotecas; nada para escrever?!...
A rotina a sentir-lhe a falta!...
Pois hoje tenho desejo de escrever sobre nada.
Nada não significa nada.
É vida preenchida, isso sim! (E não falo de cuidar de mim ou da casa, rotina diária de todo o mundo.)
Tempo livre é para mim tempo de escrever sobre o que foi feito e, a seguir, preparar as próximas sessões: aonde vou?, o que vou fazer?, como?, com que materiais?... E tudo isso com as hesitações habituais, com demoras medidas pelas horas... Os livros saltam das estantes e empilham-se sobre móveis, circulando de uns para outros montes como areias movediças no deserto...
É tempo de ir a livrarias, feiras do livro...
Tempo de planificar, ler, selecionar, decidir finalmente o que fazer.
Isto é, é tempo de trabalho.
Tempo livre é ainda ter tempo para tratar de assuntos, ir a uma consulta de rotina ou a repartições, ao banco, à Conservatória..., caso não se possa resolver através da Internet... Organizar; arquivar ou mandar reciclar... Pôr o correio eletrónico em dia. Ler. Deixar uns comentários no Facebook ou em blogues que sigo.
É o momento de levar a cabo tarefas que me comprometo a fazer para apoiar amigos, tal como fazer-lhes a revisão de texto num trabalho de responsabilidade, obviamente... porque em mim confiam.
Mais uma vez, trabalho voluntário...
E sobra tempo para fazer visitas à família e amigos... Ser avó..., feliz.
De vez em quando, ir a um teatro, um cinema, uma exposição... Participar numa Comunidade de leitores, como simples leitora. Fazer formação, aprender. Ir a uma reunião de uma Associação...
Como se vê, dias de não fazer nada são dias de outras ocupações e correrias, tempo de conviver, despertar curiosidades e satisfazê-las googlando... Informar-me. Rádio sim; televisão não.
Ah! E são dias de liberdade, livres, livres...; dias de partir ao acaso, passear e fotografar... faça sol ou talvez não...
Há tempo para tudo, sim! Parar, nunca. Basta definir a agenda, tê-la em ordem e segui-la com prazer!... Ou não a seguir, se não apetecer.
Se é verdade o que alguém disse "Diz-me o que fazes nos momentos de lazer, dir-te-ei quem és", então já sabem: esta sou eu.
Fotos: Sesimbra.
Pergunto-me: os dias de lazer não merecerão ser registados em papel... ou aqui, clique-clique, digitalmente?...
3ª e 4ª não fui a bibliotecas; nada para escrever?!...
A rotina a sentir-lhe a falta!...
Pois hoje tenho desejo de escrever sobre nada.
Nada não significa nada.
É vida preenchida, isso sim! (E não falo de cuidar de mim ou da casa, rotina diária de todo o mundo.)
Tempo livre é para mim tempo de escrever sobre o que foi feito e, a seguir, preparar as próximas sessões: aonde vou?, o que vou fazer?, como?, com que materiais?... E tudo isso com as hesitações habituais, com demoras medidas pelas horas... Os livros saltam das estantes e empilham-se sobre móveis, circulando de uns para outros montes como areias movediças no deserto...
É tempo de ir a livrarias, feiras do livro...
Tempo de planificar, ler, selecionar, decidir finalmente o que fazer.
Isto é, é tempo de trabalho.
Tempo livre é ainda ter tempo para tratar de assuntos, ir a uma consulta de rotina ou a repartições, ao banco, à Conservatória..., caso não se possa resolver através da Internet... Organizar; arquivar ou mandar reciclar... Pôr o correio eletrónico em dia. Ler. Deixar uns comentários no Facebook ou em blogues que sigo.
É o momento de levar a cabo tarefas que me comprometo a fazer para apoiar amigos, tal como fazer-lhes a revisão de texto num trabalho de responsabilidade, obviamente... porque em mim confiam.
Mais uma vez, trabalho voluntário...
E sobra tempo para fazer visitas à família e amigos... Ser avó..., feliz.
De vez em quando, ir a um teatro, um cinema, uma exposição... Participar numa Comunidade de leitores, como simples leitora. Fazer formação, aprender. Ir a uma reunião de uma Associação...
Como se vê, dias de não fazer nada são dias de outras ocupações e correrias, tempo de conviver, despertar curiosidades e satisfazê-las googlando... Informar-me. Rádio sim; televisão não.
Ah! E são dias de liberdade, livres, livres...; dias de partir ao acaso, passear e fotografar... faça sol ou talvez não...
Há tempo para tudo, sim! Parar, nunca. Basta definir a agenda, tê-la em ordem e segui-la com prazer!... Ou não a seguir, se não apetecer.
Se é verdade o que alguém disse "Diz-me o que fazes nos momentos de lazer, dir-te-ei quem és", então já sabem: esta sou eu.
Fotos: Sesimbra.
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Fotografia,
Lazer
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Citação
Henri Cartier Bresson afirmou, certa vez:
"Fotografar é prender a respiração quando todas as faculdades convergem para a realidade fugaz. É neste instante que apoderar-se de uma imagem se torna um prazer físico e intelectual.”
"Fotografar é prender a respiração quando todas as faculdades convergem para a realidade fugaz. É neste instante que apoderar-se de uma imagem se torna um prazer físico e intelectual.”
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| Fotógrafo: Joaquim Chaves |
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Fotografia
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