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segunda-feira, 13 de março de 2017
Histórias com bicho e outras que tais... (nos "Caranguejais")
LER para SER, LER por PRAZER - eis o lema das Semanas de Leitura, a decorrer em março, faseadamente, nas escolas.
PRAZER não faltou, realmente, na biblioteca da EB1 da Cova da Piedade nº 3 (na Rua dos Caranguejais), onde três turmas de 4º ano foram, cada qual de sua vez, Ler a meias... (As turmas dos professores Pedro, Carla Varinho e Maria João Calvário.)
Compararam-se antigos e novos livros, desde os manuscritos com iluminuras aos livros infantis de há umas décadas atrás.
A tradição oral não foi esquecida. Uma lengalenga e trava-línguas divertiram os meninos que revelaram ter muito boa memória e língua solta...
Passeámos pelo mapa do Médio Oriente, no império persa.
Alternaram-se poesias e histórias. Com muitos bichos dentro.
E não faltaram motivos para refletir, opinar e rir.
As preferências dos alunos variaram, mas "gostaram de tudo".
Miúdos e graúdos saíram felizes...
(A mediadora também.)
Bibliografia:
A casa do João, Editora Replicação
Anna Kemp/Sara Ogilvie, Uma princesa do pior, Civilização Editora
Books of Hours, Phaidon Press Limited
José Eduardo Agualusa, Estranhões & Bizarrocos, D. Quixote
Luísa Ducla Soares (org.), Destrava-línguas, Livros Horizonte
O cão fiel e outros contos para crianças, Editorial Infantil Majora
Vários/Serge Bloch, O tigre na rua e outros poemas, bruaá editora
domingo, 31 de julho de 2016
Balanço: mais um ano a ler a meias...
Ler a meias... mantém-se um projeto em regime de voluntariado, desenvolvido sobretudo em estabelecimentos escolares, em estreita colaboração com professores bibliotecários ou outros responsáveis por atividades de promoção do livro e da leitura.
No ano escolar findo, foram três as escolas em que continuei a desenvolver um trabalho regular:
- Agrupamento Anselmo de Andrade – 22 sessões
Como seria de esperar, voltei à EB1 Casal de Bolinhos; fiz também uma estreia na EB1 de Vila Fresca (5 sessões nestas duas escolas do Agrupamento de Azeitão).
Uma segunda estreia aconteceu em duas turminhas de um Jardim Infantil, em Sapadores: 2 sessões inesquecíveis.
Retornei, por duas vezes, ao Centro de Convívio dos Serviços Sociais da Administração Pública, onde se alternam histórias para netos e avós (e não-avós), muito ternos e interessados.
Feitas as contas, foram realizadas 47 sessões de mediação de leitura, ao longo de 2015/2016.
(O número de sessões continua a reduzir, o que parece justo..., mas, em boa verdade, atribulações várias impediram a minha ida a Vila Nogueira de Azeitão e ao Agrupamento Castelo-Poente, em Sesimbra, como estava previsto.)
Escutar os meninos dizendo que passaram a "gostar mais dos livros", e que leem - "o que era raro", faz sentir que cumpri objetivos.
Valeu a pena!
(Principalmente ao ler, mais tarde, o balanço dos meninos do Agrupamento da Anselmo).
No ano escolar findo, foram três as escolas em que continuei a desenvolver um trabalho regular:
- Agrupamento Anselmo de Andrade – 22 sessões
·
EB1/JI
do Pragal – 4º A e 4º B (3º A e 3º B, apenas uma vez, no “Dia da Escola”);
·
EB1/JI
Feliciano Oleiro - 4º A e 4º B.
- Agrupamento Emídio
Navarro – 16 sessões
·
EB1/JI
nº 3 da Cova da Piedade (“Escola dos Caranguejais”) – 3º A e 4º A.Como seria de esperar, voltei à EB1 Casal de Bolinhos; fiz também uma estreia na EB1 de Vila Fresca (5 sessões nestas duas escolas do Agrupamento de Azeitão).
Uma segunda estreia aconteceu em duas turminhas de um Jardim Infantil, em Sapadores: 2 sessões inesquecíveis.
Retornei, por duas vezes, ao Centro de Convívio dos Serviços Sociais da Administração Pública, onde se alternam histórias para netos e avós (e não-avós), muito ternos e interessados.
Feitas as contas, foram realizadas 47 sessões de mediação de leitura, ao longo de 2015/2016.
(O número de sessões continua a reduzir, o que parece justo..., mas, em boa verdade, atribulações várias impediram a minha ida a Vila Nogueira de Azeitão e ao Agrupamento Castelo-Poente, em Sesimbra, como estava previsto.)
Escutar os meninos dizendo que passaram a "gostar mais dos livros", e que leem - "o que era raro", faz sentir que cumpri objetivos.
Valeu a pena!
(Principalmente ao ler, mais tarde, o balanço dos meninos do Agrupamento da Anselmo).
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Adeus, adeus! E, possivelmente..., até breve!...
Novas despedidas aconteceram hoje, na EB1 dos Caranguejais.
De manhã, a despedida do 3º ano. Lemos páginas do Diário inventado de um menino já crescido... e fizemos, de seguida, umas palavras cruzadas de Paulo Freixinho. No quadro interativo, com a colaboração da professora Margarida Pinho, foi fácil pôr toda a turma a cismar!...
E assim se pretendeu abrir-lhes o apetite para o cruzadismo, um excelente passatempo para férias...
De tarde, o adeus ao 4º ano.
Estes meninos exprimiram os seus receios por abandonarem a sua escola do 1º ciclo e irem para uma outra muito maior, da qual já muitos ouviram falar..., nem sempre por bons motivos. Julgo que ficaram mais esclarecidos e sossegados.
O jovem caranguejo veio mesmo a calhar, para lhes desejar: "Boa viagem!"...
José Fanha trouxe outra ideia: Um dia o futuro vai chegar. E nesse dia eu vou estar cá para ver.
Com a ajuda da Internet, ambas as turmas conheceram José Fanha e ouviram a sua voz forte, cheia de ternura e riso... Divertiram-se a ouvi-lo ler o Q de cão.
Ambas as turmas viram o blogue Quarto Crescente, onde nos podemos encontrar...
Ambas as turmas fizeram uma avaliação do Ler a meias...
E estas duas turmas (que acompanho há dois e três anos, respetivamente) acham que devo prosseguir o voluntariado da leitura.
Porquê?
Porque gostaram:
Em conclusão: querem mais! Tanto os alunos do futuro 4º ano como aqueles que irão para o 5º ano, na António da Costa.
A professora Margarida Pinho "subscreveu"... (Obrigada pelo estímulo... pelo companheirismo e pela descomplicada parceria.)
Portanto, se tudo correr bem...
- Até ao futuro próximo, meninos!
Bibliografia:
Gianni Rodari, Histórias ao telefone, Teorema
José Fanha/João Fanha, Diário inventado de um menino já crescido, Gailivro
Sílvia Alves e Paulo Freixinho, Sabe mais que os teus pais, Verbo
De manhã, a despedida do 3º ano. Lemos páginas do Diário inventado de um menino já crescido... e fizemos, de seguida, umas palavras cruzadas de Paulo Freixinho. No quadro interativo, com a colaboração da professora Margarida Pinho, foi fácil pôr toda a turma a cismar!...
E assim se pretendeu abrir-lhes o apetite para o cruzadismo, um excelente passatempo para férias...
De tarde, o adeus ao 4º ano.
Estes meninos exprimiram os seus receios por abandonarem a sua escola do 1º ciclo e irem para uma outra muito maior, da qual já muitos ouviram falar..., nem sempre por bons motivos. Julgo que ficaram mais esclarecidos e sossegados.
O jovem caranguejo veio mesmo a calhar, para lhes desejar: "Boa viagem!"...
José Fanha trouxe outra ideia: Um dia o futuro vai chegar. E nesse dia eu vou estar cá para ver.
Com a ajuda da Internet, ambas as turmas conheceram José Fanha e ouviram a sua voz forte, cheia de ternura e riso... Divertiram-se a ouvi-lo ler o Q de cão.
Ambas as turmas viram o blogue Quarto Crescente, onde nos podemos encontrar...
Ambas as turmas fizeram uma avaliação do Ler a meias...
E estas duas turmas (que acompanho há dois e três anos, respetivamente) acham que devo prosseguir o voluntariado da leitura.
Porquê?
Porque gostaram:
- dos livros de histórias, poesias e dos outros...;
- da leitura...;
- da boa disposição;
- do trabalho em equipa;
- do meu contributo para passarem a gostar mais dos livros e de ler;
- e porque passaram a ler, "o que era raro"...
Em conclusão: querem mais! Tanto os alunos do futuro 4º ano como aqueles que irão para o 5º ano, na António da Costa.
A professora Margarida Pinho "subscreveu"... (Obrigada pelo estímulo... pelo companheirismo e pela descomplicada parceria.)
Portanto, se tudo correr bem...
- Até ao futuro próximo, meninos!
Bibliografia:
Gianni Rodari, Histórias ao telefone, Teorema
José Fanha/João Fanha, Diário inventado de um menino já crescido, Gailivro
Sílvia Alves e Paulo Freixinho, Sabe mais que os teus pais, Verbo
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Primavera em liberdade...
Regressámos aos Caranguejais, em dia primaveril,
A LIBERDADE foi a temática do dia.
No 3º ano, lemos um livro com esse título. Um livro em verso, em jeito de texto para teatro, com uma história de que os meninos gostaram muito: porque a mãe era carinhosa; porque o menino cuidou de um passarinho até ele poder voar...
A seguir, O veado florido, uma linda história cheia de imaginação e poesia (em prosa). Em que a Liberdade está associada à felicidade e a sua falta, à tristeza e à morte. A violência do senhor rico que colecionava animais em jaulas douradas, só para fazer embasbacar os amigos, causou revolta e desagrado.
Interessaram-se os meninos pela ilustração de Leonor Praça e Manuela Bacelar. Quiseram saber porquê(s)...
E esclarecidas as perguntas que a história suscitou, ainda houve tempo, finalmente!, para dois grupos lerem uns poemas que tinham escolhido em tempos... e nunca mais chegava a hora! E contaram como acabou o projeto do Navio Azul.
Ufa! Tudo em dia! (Liberdade!...)
O 4º ano teve uma sessão dedicada a José Afonso.
Sabiam várias coisas sobre o cantor. Boa surpresa!
Uma biografia de José Jorge Letria serviu de suporte a uma abordagem mais profunda.
Entrelaçaram-se o texto, vídeos do YouTube, leitura de letras de canções (que cantámos), conversas paralelas acerca da época histórica em que o cantor viveu.
E os meninos estiveram atentos, com evidente prazer.
Que boa surpresa, sim!
Zeca continua a ser uma referência, mesmo para os mais novos.
E, para finalizar, pediram a Grândola.
Sabiam que a letra desta canção se encontra na História de Portugal?!
Pois é verdade: vimo-la na História do meu país!
Bibliografia:
António Torrado, O veado florido, Civilização
Isabel Sá Lopes, Liberdade, Martins Fontes
José Jorge Letria, Zeca Afonso - o andarilho da voz de ouro, Campo das Letras
Paula Cardoso Almeida, História do meu país, Quidnovi
A LIBERDADE foi a temática do dia.
A seguir, O veado florido, uma linda história cheia de imaginação e poesia (em prosa). Em que a Liberdade está associada à felicidade e a sua falta, à tristeza e à morte. A violência do senhor rico que colecionava animais em jaulas douradas, só para fazer embasbacar os amigos, causou revolta e desagrado.
Interessaram-se os meninos pela ilustração de Leonor Praça e Manuela Bacelar. Quiseram saber porquê(s)...
E esclarecidas as perguntas que a história suscitou, ainda houve tempo, finalmente!, para dois grupos lerem uns poemas que tinham escolhido em tempos... e nunca mais chegava a hora! E contaram como acabou o projeto do Navio Azul.
Ufa! Tudo em dia! (Liberdade!...)
O 4º ano teve uma sessão dedicada a José Afonso.
Uma biografia de José Jorge Letria serviu de suporte a uma abordagem mais profunda.
Entrelaçaram-se o texto, vídeos do YouTube, leitura de letras de canções (que cantámos), conversas paralelas acerca da época histórica em que o cantor viveu.
E os meninos estiveram atentos, com evidente prazer.
Que boa surpresa, sim!
Zeca continua a ser uma referência, mesmo para os mais novos.
E, para finalizar, pediram a Grândola.
Sabiam que a letra desta canção se encontra na História de Portugal?!
Pois é verdade: vimo-la na História do meu país!
Bibliografia:
António Torrado, O veado florido, Civilização
Isabel Sá Lopes, Liberdade, Martins Fontes
José Jorge Letria, Zeca Afonso - o andarilho da voz de ouro, Campo das Letras
Paula Cardoso Almeida, História do meu país, Quidnovi
segunda-feira, 14 de março de 2016
Chegou o "navio azul"!
O navio azul encheu-se (literalmente) de crianças, risos, flores, pássaros, espigas... e o cais ficou apinhado de gente, à espera... Uma alegria!...
Foi também uma alegria ter acabado o trabalho a tempo e horas.
(Já seguiu para uma exposição, na Escola de Cacilhas.)
Portanto, para rematar, foi dia de ensaiar a leitura do poema. Todos juntos. Definindo, de uma vez por todas, quem diz o quê. E como irá dizer.
Um trabalho de equipa, a meias com a professora Margarida Pinho, com as ideias e o empenhamento de todos.
O navio azul chegou a bom porto.
Foi um prazer poder colaborar...
Aqui: o blogue da escola.
Foi também uma alegria ter acabado o trabalho a tempo e horas.
(Já seguiu para uma exposição, na Escola de Cacilhas.)
Portanto, para rematar, foi dia de ensaiar a leitura do poema. Todos juntos. Definindo, de uma vez por todas, quem diz o quê. E como irá dizer.
Um trabalho de equipa, a meias com a professora Margarida Pinho, com as ideias e o empenhamento de todos.
O navio azul chegou a bom porto.
Foi um prazer poder colaborar...
| 3ºA |
segunda-feira, 7 de março de 2016
A propósito de ilustração e da Ilustrarte...
No 4º A, ultimam-se trabalhos para duas exposições e tudo tem de ficar pronto este período.
As professoras Margarida Pinho e Sara Cacela não tinham mãos a medir.
Por enquanto, é segredo!... Por isso é que os repórteres do dia não falaram do assunto...
Vejam o relatório que eles escreveram: só, só, só sobre o Ler a meias...
A professora Manuela Caeiro falou da Ilustrarte de 2016.
Lemos um livro ilustrado por Violeta Lopíz, intitulado «Amigos do peito». Vários colegas deram as suas opiniões e a professora leu e mostrou as imagens.
Todos tentavam descobrir as casas das personagens, em que lugares andavam, e encontrar palavras do texto que rimavam.
A escritora homenageada pela Ilustrarte foi Alice Vieira.
A Inês Henriques leu informações sobre a autora Alice Vieira que estavam expostas na biblioteca. Também procurámos livros da autora na estante e relembrámos como os procurar, pela cota e apelido.
Por fim, lemos o poema «Jogo» de Nuno Júdice, do livro «O meu primeiro álbum de poesia»,
de Alice Vieira. Dois voluntários leram muito bem.
Reportagem: Francisco Moreira e Inês Teixeira
Foi assim, tal e qual.
As professoras Margarida Pinho e Sara Cacela não tinham mãos a medir.
Por enquanto, é segredo!... Por isso é que os repórteres do dia não falaram do assunto...
Vejam o relatório que eles escreveram: só, só, só sobre o Ler a meias...
Lemos um livro ilustrado por Violeta Lopíz, intitulado «Amigos do peito». Vários colegas deram as suas opiniões e a professora leu e mostrou as imagens.
Todos tentavam descobrir as casas das personagens, em que lugares andavam, e encontrar palavras do texto que rimavam.
A escritora homenageada pela Ilustrarte foi Alice Vieira.
A Inês Henriques leu informações sobre a autora Alice Vieira que estavam expostas na biblioteca. Também procurámos livros da autora na estante e relembrámos como os procurar, pela cota e apelido.
Por fim, lemos o poema «Jogo» de Nuno Júdice, do livro «O meu primeiro álbum de poesia»,
de Alice Vieira. Dois voluntários leram muito bem.
Reportagem: Francisco Moreira e Inês Teixeira
Foi assim, tal e qual.
Bibliografia:
Alice Vieira (org), O
meu primeiro álbum de poesia, Dom Quixote
Cláudio Thebas / Violeta Lópiz, Amigos
do peito, bruaá editora
"Sou um povo todo à espera/ do navio azul"
- um grupo a ler, a decorar versos e a dizer o poema...;
- outro a modelar plasticina, a criar personagens, a pintar...;
- dois repórteres da turma, na sua vez, a fotografar e registar o relatório da sessão.
Tudo sobre rodas... aliás, tudo navegando rio acima ou rio abaixo...
Na mesa de modelagem, nasciam flores, pássaros, meninos-navegantes e gente para os ir esperar ao cais...
Entretanto, o Ler a meias emprestou livros para leitura recreativa, a pares. Livros que circularam de mão em mão.
E os repórteres levaram a cabo a sua missão.
Provas superadas!!!
Tem mesmo de ser assim. Sabiam que o 2º período está a chegar ao fim?...
(Os livros: Amigos do peito; Adoro chocolate; O primeiro álbum de poesia; Versos diversos para meninos travessos; Palavras de cristal...)
BiblioAlma, o blogue da escola...
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
O navio azul à espera das crianças...
Nos Caranguejais, o projeto do navio azul vai de vento em popa. Falta enchê-lo de crianças!
A professora Margarida Pinho, na modelagem, não teve mãos a medir...
Os repórteres pareciam profissionais. Deixaram tudo pronto!
Já falta pouco tempo para o fim do prazo...
O navio azul quer navegar.
Ao trabalho!
BiblioAlma, o blogue escolar que se mantém em dia! ;-)
- Um grupo prepara o poema, para ser dito...
- Outro cria os bonecos, para entrarem no barco...
- Um par de repórteres fotografa, toma notas e o texto salta para o computador...
O Ler a meias... está-se mesmo a ver em que é que participou. Que belas sugestões foram surgindo!
A professora Margarida Pinho, na modelagem, não teve mãos a medir...
Os repórteres pareciam profissionais. Deixaram tudo pronto!
Já falta pouco tempo para o fim do prazo...
O navio azul quer navegar.
Ao trabalho!
BiblioAlma, o blogue escolar que se mantém em dia! ;-)
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Ouvir, falar, ler… Criar e ver…
De novo nos Caranguejais.
A seguir, dois grupos apresentaram o(s) seu(s) poema(s)
escolhido(s), na sessão anterior. (Ficaram para a próxima os outros dois grupos.)
Uma sessão animada!
Viva o património oral!
O 4º ano está a meio de um projeto de expressão artística.
O Ler a meias… “deu”
o poema O navio azul, a partir do qual se está a construir o trabalho. Hoje voltámos lá para observar, apoiar, fotografar...
Sobram entusiasmo e criatividade. Falta tempo. Não há mãos a
medir.
Uma longa viagem...
...começa com um passo.
Vai ficar um primor, o tal livro-objeto.
Hão de ver, prometo!
Bibliografia:
Alice Vieira, Eu bem viu nascer o sol, Caminho
António Moreira, Provérbios portugueses, Editorial Notícias
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
E que podemos nós fazer?...
A sessão com o 4º ano, na escola dos Caranguejais, foi bem variada e animada. Começámos com poesia; a seguir uma história, em torno do tempo passado, presente e futuro, e da chegada de um novo ano, cheio de sonhos e esperança...; com uma pergunta na ponta da língua: E que posso eu fazer?
Sílvia Alves conduziu-nos através de anos que devemos saber apontar de cor, anos esses em que ocorreram acontecimentos inesquecíveis, até vir mais um ano novo cheio de dias para aproveitarmos bem, com responsabilidade e liberdade...
E que podemos nós fazer?
A escolha é nossa!
Trabalhar, brincar, fazer amigos, conviver... e ajudar alguém à nossa volta... (como passou a fazer o Senhor Xis.)
Sorrisos, beijinhos..., búzios, flores..., companhia e atenção... são prendas enormes! E que prazer dão!
- Duvidam?
- Não? Então, vamos a isso!
Bom ano!
Bibliografia:
José Campanari & Jesús Cisneros, E que posso eu fazer?, OQO editora
Maria Rosa Colaço, Versos diversos para meninos travessos, Europress
Sílvia Alves, A fábrica do tempo, Livros Horizonte
Sílvia Alves conduziu-nos através de anos que devemos saber apontar de cor, anos esses em que ocorreram acontecimentos inesquecíveis, até vir mais um ano novo cheio de dias para aproveitarmos bem, com responsabilidade e liberdade...
E que podemos nós fazer?
A escolha é nossa!
Trabalhar, brincar, fazer amigos, conviver... e ajudar alguém à nossa volta... (como passou a fazer o Senhor Xis.)
Sorrisos, beijinhos..., búzios, flores..., companhia e atenção... são prendas enormes! E que prazer dão!
- Duvidam?
- Não? Então, vamos a isso!
Bom ano!
Bibliografia:
José Campanari & Jesús Cisneros, E que posso eu fazer?, OQO editora
Maria Rosa Colaço, Versos diversos para meninos travessos, Europress
Sílvia Alves, A fábrica do tempo, Livros Horizonte
Ali vem o navio azul!...
O 3º ano (da escola dos Caranguejais) viu entrar na biblioteca, pela barra do Tejo, O navio azul - cheio de crianças, flores, espigas, sal, sol, sorrisos, sonhos, ternura e paz...
A seguir chegou o SuperBeige, desejoso de salvar a Humanidade! "Tá-rá-rá. tá-rá-rááááááá!..."
Andou, andou e ninguém aceitava os seus serviços! Por fim, descobriu que, afinal, é bem simples: basta não pisar ninguém!...
Sinónimos, rimas e associação de ideias vieram a propósito...
O melhor estava para vir: os meninos leram, em grupo, livros de poesia e escolheram um poema (relacionado com a paz) para ler à turma. Quanto entusiasmo!... Ler, decidir, ensaiar... (Falta só apresentar.)
Até à próxima!
Bom ano novo!
Bibliografia:
Fernando Camacho, Palavras de cristal, Plátano Editora
Luísa Ducla Soares, Poemas da mentira e da verdade, Livros Horizonte
Maria Rosa Colaço, Versos diversos para meninos travessos, Europress
Samuel Ribeyron, Super Beige, Cuatro azules
A seguir chegou o SuperBeige, desejoso de salvar a Humanidade! "Tá-rá-rá. tá-rá-rááááááá!..."
Andou, andou e ninguém aceitava os seus serviços! Por fim, descobriu que, afinal, é bem simples: basta não pisar ninguém!...
Sinónimos, rimas e associação de ideias vieram a propósito...
O melhor estava para vir: os meninos leram, em grupo, livros de poesia e escolheram um poema (relacionado com a paz) para ler à turma. Quanto entusiasmo!... Ler, decidir, ensaiar... (Falta só apresentar.)
Até à próxima!
Bom ano novo!
Bibliografia:
Fernando Camacho, Palavras de cristal, Plátano Editora
Luísa Ducla Soares, Poemas da mentira e da verdade, Livros Horizonte
Maria Rosa Colaço, Versos diversos para meninos travessos, Europress
Samuel Ribeyron, Super Beige, Cuatro azules
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Dia a dia, na cidade...
Regressei hoje aos "Caranguejais" para um reencontro com o 4º ano. E fui recebida em festa, mal entrei ao portão...
A leitura domiciliária decorre animadamente na escola e a Gabriela tinha requisitado um livro que veio mesmo a calhar, para dar lugar à conversa inicial: O que é viver em sociedade?
A professora Margarida Pinho projetou um curto vídeo comemorativo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, contra o racismo e xenofobia, a partir do qual também falámos dos cuidados que um peão deve ter na estrada...
A história do dia foi uma recriação do Capuchinho Vermelho.
Passa-se numa cidade tão perigosa como uma floresta...; tem de se atravessar um Centro Comercial, tão inseguro quanto um bosque...; no caminho, a Sofia cruza-se com meia dúzia de vadios e com um motoqueiro amável (que mais parecem uns chacais e um lobo, disfarçado de cordeiro)...; e, por fim, lá consegue chegar a casa da avó, já de noite. Entretanto, a mãe espera-a à varanda, preocupada. Digo-vos que vai ser necessária a ajuda da polícia... e muita magia... para o final da história.
Como disse o Gabriel, a polícia, nesta história, é como o caçador do Capuchinho Vermelho.
O conto causou dúvidas, receios, consternação..., mas o certo é que gostaram!
Em seguida, poesia: Poemas para um dia feliz, na voz de José Fanha: Todos os dias e Ah! Grande Sol!
Para terminar, que ideias associam estes meninos à palavra... DIA?
DIA é (que bom!):
Bibliografia:
José Fanha (org.), Poemas para um dia feliz, Gailivro
Oscar Brenifier/frédéric Benaglia, O que é viver em sociedade, Col. Filosofia para Crianças, Dinalivro
Roberto Innocenti/Aaron Frisch, A menina de vermelho, Kalandraka
No blogue da escola...
A leitura domiciliária decorre animadamente na escola e a Gabriela tinha requisitado um livro que veio mesmo a calhar, para dar lugar à conversa inicial: O que é viver em sociedade?
A professora Margarida Pinho projetou um curto vídeo comemorativo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, contra o racismo e xenofobia, a partir do qual também falámos dos cuidados que um peão deve ter na estrada...
A história do dia foi uma recriação do Capuchinho Vermelho.
Passa-se numa cidade tão perigosa como uma floresta...; tem de se atravessar um Centro Comercial, tão inseguro quanto um bosque...; no caminho, a Sofia cruza-se com meia dúzia de vadios e com um motoqueiro amável (que mais parecem uns chacais e um lobo, disfarçado de cordeiro)...; e, por fim, lá consegue chegar a casa da avó, já de noite. Entretanto, a mãe espera-a à varanda, preocupada. Digo-vos que vai ser necessária a ajuda da polícia... e muita magia... para o final da história.
Como disse o Gabriel, a polícia, nesta história, é como o caçador do Capuchinho Vermelho.
O conto causou dúvidas, receios, consternação..., mas o certo é que gostaram!
Em seguida, poesia: Poemas para um dia feliz, na voz de José Fanha: Todos os dias e Ah! Grande Sol!
Para terminar, que ideias associam estes meninos à palavra... DIA?
DIA é (que bom!):
- manhã
- luz
- sol
- novidade
- começo
- pequeno-almoço
- escola
- brincadeira
- amigos
- felicidade
José Fanha (org.), Poemas para um dia feliz, Gailivro
Oscar Brenifier/frédéric Benaglia, O que é viver em sociedade, Col. Filosofia para Crianças, Dinalivro
Roberto Innocenti/Aaron Frisch, A menina de vermelho, Kalandraka
No blogue da escola...
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Guerra, amor e humor...
Para mostrar o absurdo da guerra, O soldado João, de Luísa Ducla Soares, é um clássico a não esquecer! Um soldado pacifista que, depois de muito unir os dois exércitos inimigos, regressa medalhado à sua aldeia onde a namorada o espera e a sua vida será feliz, como antes...
António Torrado também proporcionou, pelo meio, bons momentos de poesia: Vem o vento (a propósito de liberdade) e Rimas.
O 3º ano percebeu que rimas, neste poema, queria dizer "coisas que combinam bem"... E assim criou as suas próprias rimas:
Guerra rima com armas, morte, destruição, coragem, medo...
Paz rima com amor, amizade, campos cultivados, brincadeiras ao ar livre, segurança, felicidade, liberdade...
Quando saíram para o recreio, iam unidos e felizes: em paz.
Queres ouvir Solnado? Aqui o tens: A guerra de 1908
Bibliografia:
António Torrado, À esquina da rima buzina, Caminho
Luísa Ducla Soares, O soldado João, Civilização
segunda-feira, 1 de junho de 2015
No Dia da Criança, leituras nos Caranguejais...
Foi assim, nos Caranguejais: uma turma de 3º ano de manhã e outra à tarde.
Umas leituras iguais; outras diferentes.
No 3º A, observámos as coisas fantásticas que se aprendem no dia-a-dia, lendo Quando eu nasci;
seguiu-se o livro pop-up Drôle d'oiseau;
depois a poesia: Era uma vez um menino;
por fim, o álbum O meu avô.
Com a ajuda da professora bibliotecária Margarida Pinho, ainda nos deliciámos com o book trailer do livro, no qual as ilustrações ganharam vida!
Recebi uma linda flor que os meninos me ofereceram.
E chegou a hora do adeus!...
No 3º B, começámos pelas novidades: estão a decorrer o Festival Sementes e a 85ª Feira do Livro de Lisboa.
Saltámos para as leituras:
Era uma vez um menino... que vai crescendo e se parece com eles...;
Estava a pensar... (e muitas parecenças encontraram também!);
dois contos do livro Era uma vez eu (e, uma vez mais, descobriram semelhanças!): O meu nome é muitos nomes e Ponto de interrogação.
Nos últimos minutos, ainda lemos O meu avô.
O conto Ponto de interrogação semeou ideias para a turma fazer, para o ano, um livro pop-up a porquêsar...
- Porque é que envelhecemos em vez de rejuvenescermos? - sugeriu um menino.
(Bom começo, não acham?... Obrigada pela ideia, José Fanha!)
Por fim, beijinhos... sorrisos... agradecimentos... corridas para o recreio.
-Boas férias!
(Já cheira a verão! Está quase!)
Bibliografia:
Brincar também é poesia, Plátano Editora;
Catarina Sobral, O meu avô, Orfeu Mini
Isabel Minhós Martins/Madalena Matoso, Quando eu nasci, Planeta Tangerina;
José Fanha/Rui Ricardo, Era uma vez eu, booksmile, 20|20 editora
Philippe Ug, Drôle d' oiseau, Les Grandes Personnes;
Sandol Stoddard/Ivan Chermayeff, Estava a pensar..., bruaá editora
Umas leituras iguais; outras diferentes.
No 3º A, observámos as coisas fantásticas que se aprendem no dia-a-dia, lendo Quando eu nasci;
seguiu-se o livro pop-up Drôle d'oiseau;
depois a poesia: Era uma vez um menino;
por fim, o álbum O meu avô.
Com a ajuda da professora bibliotecária Margarida Pinho, ainda nos deliciámos com o book trailer do livro, no qual as ilustrações ganharam vida!
Recebi uma linda flor que os meninos me ofereceram.
E chegou a hora do adeus!...
No 3º B, começámos pelas novidades: estão a decorrer o Festival Sementes e a 85ª Feira do Livro de Lisboa.
Saltámos para as leituras:
Era uma vez um menino... que vai crescendo e se parece com eles...;
Estava a pensar... (e muitas parecenças encontraram também!);
dois contos do livro Era uma vez eu (e, uma vez mais, descobriram semelhanças!): O meu nome é muitos nomes e Ponto de interrogação.
Nos últimos minutos, ainda lemos O meu avô.
O conto Ponto de interrogação semeou ideias para a turma fazer, para o ano, um livro pop-up a porquêsar...
- Porque é que envelhecemos em vez de rejuvenescermos? - sugeriu um menino.
(Bom começo, não acham?... Obrigada pela ideia, José Fanha!)
Por fim, beijinhos... sorrisos... agradecimentos... corridas para o recreio.
-Boas férias!
(Já cheira a verão! Está quase!)
Bibliografia:
Brincar também é poesia, Plátano Editora;
Catarina Sobral, O meu avô, Orfeu Mini
Isabel Minhós Martins/Madalena Matoso, Quando eu nasci, Planeta Tangerina;
José Fanha/Rui Ricardo, Era uma vez eu, booksmile, 20|20 editora
Philippe Ug, Drôle d' oiseau, Les Grandes Personnes;
Sandol Stoddard/Ivan Chermayeff, Estava a pensar..., bruaá editora
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Ler a meias... animais e outros que tais...
Primeiro, houve problemas com lobos e ovelhas, couves e lagartas... e mais! Ou seja, lemos Um lobo pela trela e, a seguir, os meninos resolveram dois problemas finais que o livro propunha.
Graças à professora Margarida Pinho e ao quadro interativo, resultou numa atividade bem divertida! E coroada de êxito!
Então, belos pássaros escaparam de um livro pop-up e voaram em liberdade pela sala... cresceram... e encantaram toda a gente...
Concluímos com uma poesia: Para cada um seu modo de ver. Isto é, desfilaram vários animais que exprimiam os seus desejos e opiniões. Cada menino teve na sua mão uma das estrofes, todos as leram e, por fim, ainda houve algumas adivinhas: quem disse o quê?
Esgotado o tempo, saímos, todos felizes...
(O ano está quase a acabar, mas ainda está previsto um regresso...)
Bibliografia:
António Manuel Couto Viana, Versos de cacaracá, Litexa
Guido Visconti/Daniella Vignoli, Um lobo pela trela, Livros Horizonte
Philippe Ug, Drôle d' oiseau, Les Grandes Personnes
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Do livro à Liberdade... (II)
Nos Caranguejais, um terceiro ano, a mesma temática... e muitas diferenças. (Como sempre! )
Começámos com os Cuentos silenciosos. As páginas ganharam vida tal como algumas histórias..., quando os meninos as recontaram, por palavras suas.
Evocámos Hans Christian Andersen e o seu exemplo de coragem. Ele que conseguiu tornar-se um escritor célebre, apesar de ter passado muitas dificuldades e desilusões, enquanto jovem.
Deixou-nos histórias maravilhosas, tanto que se celebra o Livro Infantil no dia dos seus anos (2 de abril).
A professora Margarida Pinho aproveitou a oportunidade para mostrar vários contos de Andersen que existem na biblioteca escolar, à espera de olhos curiosos...
Abril é também Liberdade.
Distinguiu-se Ditadura e Democracia.
Ouvimos e lemos poemas. Tão simples... (mas dantes eram proibidos)! Como este, de Jorge de Sena:
Não hei de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
(...)
Trocaram tudo em maldade,
É quase um crime viver.
Mas, embora escondendo tudo
E me queiram cego e mudo,
Não hei de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
As TIC funcionam, nesta escola. Foi fácil vermos excertos de notícias da época, fotografias e pequenos vídeos. E cantar com José Afonso.
Nós cá preferimos a Democracia e a Liberdade, sem dúvida!!!
Adivinha: Estão três adultas na sala, uma de saias. Quem?... Onde, onde?...
Bibliografia:
Brincar também é poesia, poemas de que as crianças gostam, Plátano Editora
Benjamin Lacombe, Cuentos silenciosos, Edelvives
Hans Christian Andersen, Contos imortais, Europa-América
Web
Começámos com os Cuentos silenciosos. As páginas ganharam vida tal como algumas histórias..., quando os meninos as recontaram, por palavras suas.
Evocámos Hans Christian Andersen e o seu exemplo de coragem. Ele que conseguiu tornar-se um escritor célebre, apesar de ter passado muitas dificuldades e desilusões, enquanto jovem.
Deixou-nos histórias maravilhosas, tanto que se celebra o Livro Infantil no dia dos seus anos (2 de abril).
A professora Margarida Pinho aproveitou a oportunidade para mostrar vários contos de Andersen que existem na biblioteca escolar, à espera de olhos curiosos...
Abril é também Liberdade.
Distinguiu-se Ditadura e Democracia.
Ouvimos e lemos poemas. Tão simples... (mas dantes eram proibidos)! Como este, de Jorge de Sena:
Não hei de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
(...)
Trocaram tudo em maldade,
É quase um crime viver.
Mas, embora escondendo tudo
E me queiram cego e mudo,
Não hei de morrer sem saber
qual a cor da liberdade.
As TIC funcionam, nesta escola. Foi fácil vermos excertos de notícias da época, fotografias e pequenos vídeos. E cantar com José Afonso.
Nós cá preferimos a Democracia e a Liberdade, sem dúvida!!!
Adivinha: Estão três adultas na sala, uma de saias. Quem?... Onde, onde?...
Bibliografia:
Brincar também é poesia, poemas de que as crianças gostam, Plátano Editora
Benjamin Lacombe, Cuentos silenciosos, Edelvives
Hans Christian Andersen, Contos imortais, Europa-América
Web
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