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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Na Trafaria, com o 9º A...



Decorreu assim a sessão:
- Um apelo à escuta e à emoção: as histórias são máquinas de passar por dentro
- Há dias maus… Shaun Tan ilustra-o bem, em A árvore vermelha.
- Antero de Quental dissera o mesmo, com algum pessimismo, em O palácio da ventura… (Vimos as diferenças.)
- Histórias com gatos? Sim, conheciam a de Jorge Amado. Menos, a de Luís Sepúlveda. 
Afinal o gato Zorbas existiu mesmo, adoeceu gravemente e a família teve de tomar uma decisão dolorosa que o escritor nos conta em As rosas de Atacama. (A eutanásia esteve em debate.)
- Evocação de Cesária Évora e Tito Paris - para desanuviar.
Poesia – para rematar. Xico Braga deu-nos duas belas receitas poéticas.


O 2º tempo (de um bloco de 90m), foi para os jovens escolherem livros de poesia da biblioteca escolar e selecionarem versos que leram em voz alta e com os quais se criou este cadáver esquisito:

«Manda ao ar uma mensagem
Onde desejas poder flutuar, sonhar
És feliz porque és assim
Coração de mulher que abrange a Natureza
O Mundo deve-me algumas coisas belas
No mel de loucas candeias
Como se lágrima fosse
Tristeza não tem fim, felicidade sim
Bebo à tua glória, meu Deus
E olha ao abandono dos deuses
Em seu luto embiocadas
São pedaços de alma
Na máscara desta tua voz leio o fogo que sente o teu sustento
É através de ti, ó árvore que celebra os esponsais entre mim e a Natureza
É certo que no primeiro dia não avancei muito»


Bibliografia:
Antero de Quental, Sonetos, Sá da Costa
José Fanha e Rui Ricardo, Era uma vez eu, Booksmile
Luís Sepúlveda, As rosas de Atacama, Porto Editora
Shaun Tan, A árvore vermelha, Kalandraka
Xico Braga e Isabel Teixeira de Sousa, Receitas poéticas, Edição de Autor

Comemorando o Dia Internacional da Língua Não Materna


A efeméride celebra-se no dia 21 de fevereiro.
Aconteceu na EB 2.3 da Trafaria, aonde fomos pela 1ª vez.
Dedicar uma sessão aos alunos de “Português, língua não materna” – foi pretexto e objetivo.
Ser convidada telefonicamente por uma colega… e reencontrar uma ex-aluna - foi surpresa!
Ir ler livros dos quatro cantos do mundo e mudar alguns planos… - foi normal!...
A escola da Trafaria é hospitaleira. A biblioteca, ampla e acolhedora.
Soube bem o carinho. E o rebuçado-livro com simpática dedicatória. 
Obrigada a todos.


quinta-feira, 31 de maio de 2012

Drogas e dependências: escuta, isto é contigo!

Falei há pouco tempo convosco, jovens adolescentes, e vim preocupada.
Entre olhares furtivos, risos disfarçados e sussurros partilhados entredentes, percebi que beber e fumar fazem parte dos vossos prazeres secretos... 
Abordámos logo ali, abertamente, a questão, mas transporto o sabor amargo da incerteza... Terei ajudado?... 
Dirijo-me a cada um de vós. A ti.
Escrever é mais um meio à minha disposição para te fazer pensar...
És livre de aceitar ou não o desafio.
Isso é mesmo contigo!


Fumar prejudica seriamente a saúde. Já ouviste dizer isso tantas vezes que nem ligas! Mas acredita que o fumo provoca não só o cancro do pulmão, como muitas outras doenças: cancro da língua, da faringe, laringe, esófago..., da pele...; bronquites; doenças de coração; derrames cerebrais... e mais, muito mais!
Fumar mata, sim! Quantos não perderam já familiares e amigos, assim?! (É a principal causa de morte evitável em todo o mundo, como alerta a Organização Mundial de Saúde!)


Fumar "erva" ou ingerir "pastilhas" (de origem duvidosa e efeitos insuspeitos) não é melhor; não creias! Pelo contrário, pode ter consequências muito graves! Talvez irreversíveis.


O álcool também é uma droga, sabias? Causa habituação. 
Afeta o cérebro. A prova é que um bêbado se esquece do que fez durante o seu estado de embriaguês. Está provado que a bebida interfere com a inteligência, com a memória, prejudica a aprendizagem... 
Quanto mais cedo se começa a beber, maior é o perigo de se criar dependência. E de sofrer danos cerebrais.
Traz também muitas doenças associadas... Mata, também! 


Se tu precisas dessas drogas, lícitas ou ilícitas, isso é sinal de vício, é toxicodependência!
Não te julgues "intocável"!
E vendo bem, para que precisas tu de drogas? 
Se tens problemas, é melhor encará-los de frente e resolvê-los da melhor maneira possível, com lucidez!
Para quê entrar - semi-inconsciente - numa "viagem" de ilusão? E "acordar" a seguir com mais problemas ainda, depois de ter feito mil disparates: brigas, acidentes, problemas com a justiça...; sexo de risco...; etc, etc...?
...
Bem melhor é divertires-te a conversar, ouvir música, dançar, ler, jogar, criar arte, praticar desporto, passear, namorar...
O teu grupo de amigos desafia-te e não lhes queres dizer que não?
Tens a certeza que são as melhores companhias para ti? Se sim, por que não optas pela tua liberdade de recusar? Por que não lhes apontas outros caminhos?
É a tua vida que está em jogo!
Usa a tua inteligência! Vive uma vida saudável!
Diverte-te! verdadeiramente feliz!


Imagens da Net:
Foto 1
Foto 2 



sexta-feira, 18 de maio de 2012

Uns livros debaixo de olho... para "ler a meias"...

Voltei a Sesimbra, para sessões de leitura, com turmas de 8º ano. Numa delas reencontrei o Tiago que, no ano passado, participou na nossa Comunidade de Leitores Um livro debaixo de olho. 
Hoje foi diferente, "lemos a meias": um álbum, um poema, um artigo de jornal, uma notícia sobre um Relatório, um trabalho escolar... (ou seja, texto literário e não literário).
Refletimos sobre a felicidade: a sensação de incompreensão, os momentos de desânimo, o valor de pequenas coisas essenciais para vivermos felizes. Um tópico tão importante que brevemente será discutida, numa importante reunião internacional, a Felicidade Mundial! 
Estes e outros assuntos vieram à baila, como sempre, a partir de leituras: 
- A árvore vermelha, de Shaun Tan (ilustrador e escritor australiano);
- O palácio da ventura, um dos Sonetos de Antero de Quental (poeta português do século XIX);
- Como se considera? Rico ou pobre?, de Armando Fuentes Aguirre (jornalista e escritor mexicano);
 - Relatório sobre a Felicidade Mundial: o PIB não mede a felicidade, notícia de Isabel Palma, de 9 de abril último; 
- Lista de prazeres, de Joana Alves, quando era aluna do 8º ano.
Estes jovens sentiram-se retratados, deram opiniões, participaram...  
Na 2ª turma, houve quem achasse os textos demasiado tristes e pedisse algo alegre!
- Diário inventado de um menino já crescido, de José Fanha, divertiu e satisfez plenamente.



Na parte final da sessão (de 90 minutos), cada um escreveu, anonimamente, a sua própria "Lista de prazeres" e fez a sua avaliação da sessão (da qual darei notícia mais tarde).
Antes de sairmos, partilhámos ainda muitas "listas de prazeres" (só aquelas cujos autores indicaram que poderiam ser lidas, pois entre colegas poderiam ser facilmente identificados e nem todos o desejavam.) Havia listas marotas, sérias..., atrevidas, sensíveis... Sem dúvida, eram todas sentidas. E foram escutadas com grande interesse, a tentarem identificar o autor e descobrir os seus prazeres...
Quando tocou, restava desejar-lhes felicidades...


Faço, sim, um balanço positivo!
Agradeço o convite da professora de Português, minha colega e amiga Elsa Neves.
E não só... Obrigada a todos!

terça-feira, 15 de maio de 2012

Ler a meias em Português... Língua Não Materna

Promover leitura junto de uma turma de  3º ciclo, de Português Língua Não Materna, foi o desafio de hoje, durante 90 minutos.
Nesta turma reúnem-se jovens de Cabo Verde, São Tomé, Angola...; e entre eles, apenas um europeu: moldavo.
Nem todos gostam de ler..., mas havia livros para todos os gostos, com e sem texto... "Falar de livros é falar da vida"... e lá fomos nós, pelos livros dentro....
Eu espero, de Davide Cali e Serge Bloch (O amor foi o tema preferido);
- Beija-mim, de Jorge Araújo (O receio do 1º beijo... Soltaram-se muitas gargalhadas!...);
- O assalto, de Mia Couto (Velhice e solidão, um assalto para ouvir histórias... Mais gargalhadas!...).
- Páginas do álbum Emigrantes, de Shaun Tan (Motivações para mudar de país, sonhos e dificuldades de quem parte, saudades...) 
Ficou uma proposta: relatarem as suas experiências de migrantes e fazerem uma dramatização... (Convidem-me!; quero ver!)
Os outros livros que eu levava, de autores do mundo lusófono, foram então distribuídos por todos eles. Coube-lhes selecionar um pequeno excerto, em prosa ou em verso, e lê-lo à sua turma. As raparigas leram longos textos. Houve quem decorasse e dissesse versos de cor... Houve quem merecesse palmas!
Muitos autores à escolha: Ana Saldanha; Teresa Guedes e José Fanha (Portugal); Fernando Sabino e Lygia Bojunga Nunes (Brasil); José Craveirinha e Mia Couto (Moçambique); Arménio Vieira, Gabriel Raimundo e Jorge Araújo (Cabo Verde); Manuel Rui e Ondjaki (Angola)... 
Gostaram? Sim, sobretudo de me ouvir ler.
De que livros gostaram mais? Uns de uns, outros de outros...
Vão procurá-los na biblioteca? Hum..., não é certo... É mais fácil escutar...
- Foi bom! - foi a opinião geral.
O Edney gostou de me reencontrar... Eu também!
Pessoalmente, espero ter-lhes insuflado um pouquinho de orgulho pela cultura dos seus países e o desejo de recolher histórias, pesquisar e saber mais...
A professora Sónia Trindade foi a anfitriã amiga, com a imensa simpatia de sempre...
- Obrigada a todos! ;-)

Queres saber informações sobre o livro da Kalandraka? Aqui!


Tens também aqui um vídeo  sobre o mesmo álbum.



A propósito:  
Bandeiras de alguns países.


Música (morna): Lisboa, capital da saudade



sábado, 5 de maio de 2012

Ler a vida..., a meias...

Voltei. 
Desta vez, foi lendo o poema Vida, de Teresa Guedes (do livro Real...mente...), isto é,  foi com muitas interrogações que esta segunda sessão com os jovens da Arrentela começou
«O que é mesmo a vida?
É respirar?
É sentir?
É o bater do coração?
É inventar prazeres?
É entusiasmar-se?
É ter uma missão a cumprir?
É encaixar-se em rotinas?
É deixar obra feita?
É uma insatisfação permanente? 
(...)»
Ninguém arriscou respostas nem se fizeram novas perguntas... Afinal pode ser tudo isso; no entanto, como canta Sara Tavares...: 
Sei que posso fazer tudo
Mas nem tudo me convém
Tenho liberdade p'ra viver
Minha vida, mal ou bem.
A seguir, seguimos o fio de uma vida, vendo/lendo o álbum Eu espero, de Davide Cali e Serge Bloch. Vimos crescer aquele menino: a infância (e seus prazeres), o amor, a sexualidade, os filhos..., filhos estes que crescem recomeçando todo o ciclo, tal como as estações... E aí ressaltam paz e guerra, saúde e doença, morte e vida...
Estes jovens encaram a sua vida assim?
No 8ºA, uma Moça afirmou : "Eu não quero ter filhos", posição corajosamente assumida e justificada (talvez não irrevogável). 
O amor, a velhice e a solidão foram os temas que mais os tocaram. E a  promoção da leitura seguiu esse rumo. 
Foram lidos títulos, contracapas, contos, excertos... Rimo-nos com As gajas são lixadas e comovemo-nos com Para sempre (do livro Diário inventado de um menino já crescido, de José Fanha). Espreitámos Beija-mim, de Jorge Araújo e O assalto, de Mia Couto (um dos contos de Na berma de nenhuma estrada).
Por fim, cantámos duas canções dos Xutos e Pontapés.
E não saímos sem fazer uma avaliação da sessão, ainda que apenas oralmente (não havia tempo para mais...).
Pessoalmente, senti que se deixaram envolver e apreciei a recetividade e participação dos jovens de ambas as turmas.
Por sua vez, eles manifestaram o seu interesse e apreço.
"Gostei. Foi outra vez muito fixe." - veio dizer-me simpaticamente, em particular, um jovem do 8ºA.
Idêntica, em tudo, foi a avaliação do 8ºC. (A fotografia tirada à despedida, já depois da sala arrumada, foi um acaso feliz...)
Descobri (com surpresa e prazer) que tenho uma leitora assídua do blogue, no 8ºA, concretizando-se, deste modo, a promoção da leitura em vários suportes...
Prometi-lhes que a notícia destas sessões seria aqui registada, mas "só no domingo". (Cumpri!)
Então..., até para o ano! ;-)
Por agora, resta-me desejar-vos garra para enfrentar o futuro e... uma vida cheia de boas opções!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

No Dia Mundial do Livro, com Xutos e Pontapés

Voltei à António da Costa, para trabalhar com uma turma de 3º Ciclo, de CEF.
- Dia do Livro?! Surpreenderam-se. A data ia passando despercebida. 
- Direitos de Autor? Acham justo; concordaram.
As melhores canções para crescer, dos Xutos e Pontapés, e o álbum Vida Malvada inspiraram o trabalho: uma canção, para começar; letras de músicas (impressas) para lermos "a meias", pelo meio; uma última canção, a fechar... 
Entretanto, abordámos a necessidade de crer em nós próprios e vivermos o "jogo da vida" com determinação, alegria e "um pouco de fé":
«(...) Olha para ti
O que é que tu vês
O que tens para dar
Tens que o dar a valer
Tens de olhar e ver
O que há para fazer
Não tens de esperar que te venham dizer (...)»
O soneto de Antero de Quental, O Palácio da Ventura, pelo contrário, mostrou desânimo. 
«(...) dentro encontro só, cheio de dor,
Silêncio e escuridão e nada mais!» 
Adianta? Como vencer este estado de espírito? Que coisas nos podem fazer amar a vida? 
- Amigos, desporto, música, sol... - referiram.
O texto da jovem Joana Alves, "Lista de prazeres", que lhes li em seguida, acrescentava uma porção de coisas importantes de que todos gostam também... (Aquela coisa de "acordar cedo para aproveitar bem o dia" é que não é para todos...)
«(...) Mede bem a importância
Dum pequeno pormenor:
Um parafuso no foquetão
Um beijo ao deitar, um papel no chão
Uma prenda com cartão, um voto aqui
Ali um não (...)»
A finalizar, escutámos, lemos e cantámos os "Contentores". 
«(...) A carga pronta e metida nos contentores
Adeus aos meus amores que me vou
P'ra outro mundo
É uma escolha que se faz (...)» 

E antes que o tempo se esgotasse completamente, pedi-lhes a sua opinião sobre a sessão. Foram sinceros. 
- Sim, gostaram: tinham saído da sala de aula e tinham ouvido música!...
Acrescento: leram e escutaram versos...; ficaram certamente ideias para refletir...; participaram numa atividade da biblioteca... Acho que valeu a pena!



sábado, 14 de janeiro de 2012

"A meias" com turmas de 8º ano...


Foi quase "casualmente" que esta 5ª feira fui promover leitura a Arrentela, a duas turmas de 8º ano, em aulas de Educação Cívica da minha colega e amiga Anabela. A ideia surgiu quando, há uns meses atrás, nos encontrámos para pôr a conversa em dia... A atividade ficou combinada  desde então, já com temáticas definidas... E entretanto pude imaginar vários percursos possíveis, apresentar-lhos... e beneficiar da sua ajuda para me decidir... Que bom!
Chegou finalmente o dia. Duas turmas diferentes na postura. No 8ºA, houve momentos de religioso silêncio e muita participação; houve também interrupções de quem parecia querer dominar a conversa. Fui integrando o que diziam, por vezes mudando o rumo às ideias, despendendo esforço suplementar, até conseguir a sua compreensão e acalmia... No 8ºC, a escuta era tão atenta que só se ouvia a minha voz. Aparentemente, uma turma perfeita... e eu sentindo-me como ator cómico diante de público sisudo, segura graças ao feedback da turma anterior... (Quem diria?!...) Tudo normalizou à medida que se foram sentindo mais à vontade. Devo acrescentar que resultou muito bem o trabalho em ambas as turmas! 
Concluo que a disposição da sala deve ter tido a sua influência: é diferente participar numa mesa redonda ou estar num anfiteatro. Afinal, tudo "pesa". Até sobre mim.

Quanto às duas sessões, giraram em torno dos mesmos tema e leituras:
A árvore vermelha, de Shaun Tan, e os típicos sentimentos da adolescência...
O palácio da Ventura, de Antero de Quental, e o profundo desânimo de quem não encontra a Felicidade...
A minha lista de prazeres, um texto da minha ex-aluna de 8º ano, Joana Alves (que conservei... ainda bem!), e a chamada de atenção para uma profusão de pequenas coisas em que normalmente nem reparamos e que são tão importantes, no nosso dia-a-dia!... 
Uma frase de Paulo Henriques, de 18 anos, inserida na revista Montepio Jovem (Outubro/2011): "Não vejas a vida como um medo, mas sim como a tua maior conquista"... Assim se focou a necessidade de termos um projeto de vida e nos orientarmos para alcançar o que queremos... 
Sinto que a mensagem foi apreendida...  
Simultaneamente, a promoção da leitura fez-se: houve quem fizesse questão de anotar o título da obra de Antero, os Sonetos; quem tivesse a curiosidade de folhear as páginas daquele livro antigo, abertas com cerra-livros... Descobriu-se a estrutura de um soneto. Constataram que um livro aparentemente maçudo pode ser de leitura interessante e que um álbum ilustrado não é necessariamente um livro infantil...
À despedida, deixaram-me simpaticamente uma "frase" anónima, como lhes pedi. Não resisto a citar algumas, mesmo sendo muito difícil a escolha: "Sinceramente? Hoje não tive um dia muito bom, não sei o que tinha, estava triste, se calhar com os amigos, com o mundo... comigo. E eis que surge uma luz ao fundo do túnel! Uma senhora (...) que em menos de 30 minutos despertou a minha alma e a minha felicidade!! Obrigada."
"(...) Adorei este tempo em que estivemos a ouvir «conselhos» de vida. Talvez dê para mudar a opinião de muitos e quem sabe facilitar a vida também!" 
"Para quê ser infeliz, enquanto a nossa vida está cheia de coisas boas?"
"Senti que devo valorizar mais as coisas e pessoas que me fazem feliz na vida."
Esta sessão foi muito boa porque me ajudou a ter esperança; ajudou-me a pensar que cada dia pode vir a correr melhor, se eu acreditar."
"As coisas que disse tocaram-nos no coração."
"Estou feliz."
...
Também eu vim "de alma cheia". E estou sensibilizada. Obrigada, eu.
Desejo-vos muitas felicidades...